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sábado, 1 de fevereiro de 2014

DOOKIE – UMA DECLARAÇÃO PARA UMA GERAÇÃO.

Com a radiografia da alma do seu público, os Green Day lançam Dookie. E o Mundo acorda. Foi exactamente há 20 anos…

 Dookie, não era um CD, não foi idealizado como um produto, mas sim como um manifesto para os jovens de todo o Mundo, um Brand Statement, que assumia a linguagem da Geração X;

·         - Redefiniram o que era realmente cool para os jovens, onde a resignação deu lugar ao dinamismo;

·         - Dookie tinha a fórmula certa, com as canções certas, que foram feitas pelas e para as pessoas certas;

·         - Apareceram na MTV como a antítese dos padrões de beleza que tinham aparecido até então nesse canal;

·        - Tocaram no 25º aniversário do Woodstock, num palco por onde passaram mais de cem bandas, e onde na altura com a ausência das redes sociais, a actuação dos Green Day correu todo o Mundo dando os primeiros passos para se tornarem uma marca multi-geracional, piscando o olho aos baby boomers. Os Green Day haviam mantido o espirito de ’69.

Nascia assim uma people-powered brand, que passou de carrinhas de bibliotecas itinerantes para autopullmans e depois para aviões; que começou por tocar na vizinhança, passou para cidades de outros Estados e depois para vários continentes. «Do you have the time...»

terça-feira, 20 de agosto de 2013

ARTIGO BRANDS LIKE BANDS - MARKETEER (AGOSTO//2013) - GREEN DAY: A HISTÓRIA DE UMA MARCA



«Tive que recuar a 1993 para iniciar este artigo. Para alguns é como recuar até à pré-história, para outros é recordar boas e/ou más memórias, para mim tornou-se fundamental para  compreendermos o percurso de uma das maiores bandas/marcas de sempre: os Green Day, de Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt e Tré Cool, que inicialmente até se começaram por chamar Sweet Children.

Tudo começou com uma cassete

1993... Ano em que as camisas de flanela estavam na moda em todo o Mundo, não por causa dos pescadores da Ericeira ou de Peniche, mas por causa de Kurt Cobain dos Nirvana; ano em que os U2 trazem a sua ZOO TV a Portugal e há quem ofereça 1.000 contos (5.000 euros) por um bilhete; ano em que arrancaram as obras da Expo 98, a Sumol apresenta o Alex e eu recebo uma carta de um pen-friend dos EUA com uma cassete (sim… cassete, ainda se lembram?) que tinha uma compilação de várias bandas e onde os Green Day eram uma delas.(...)» 


sábado, 16 de março de 2013

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

segunda-feira, 4 de julho de 2011

GREEN DAY & DOOKIE, LADY GAGA & REDES SOCIAIS. TUDO SE RESUME A ENGAGEMENT.


«Which album gave you a sense of belonging and allowed you to be yourself when you were a kid?

- Lady Gaga: I always talk about Green Day, because Dookie was the first album that I went to buy on my own. I think because I got bullied in school there was something I really appreciated about punk culture.

It allowed me to feel unified with something that was separate from my community at school. Even though I didn’t have a lot of punk friends or I didn’t go to punk shows – because when I was 13, my mother would never have allowed me to leave the house and go downtown to see a punk show – just having the album in my hands and reading the lyrics and listening to the music made me feel like I was a punk, feel like a Green Day fan, feel like I was part of a union that was separate from my situation. That’s really carried through into my music and my dream and my message. But what’s been so great is social media. Unlike when I was a kid, my fans now have a way to get to know each other and be connected through social media so that the culture can grow.» Retirado do Out front Colorado

sexta-feira, 23 de julho de 2010

É AGORA... CHAMEM OS VOSSOS CLIENTES PARA O PALCO

Encontrámos este vídeo na recente visita dos Green Day a França. Este mesmo vídeo mostra Billie Joe Armstrong, vocalista da banda, a convidar uma fã para dividir o palco com os músicos e oferecendo no final da música a sua guitarra (ver dos 3m 50seg. até ao fim). Tirando a oferta da guitarra, o convite para que elementos do público subam ao palco tem sido uma constante nesta e noutras tournées na Europa, E.U.A, América Central e Sul, Austrália e Ásia.

Este gesto pode parecer trivial, mas não é. Porque é que fazem isto? Para que os seus fãs se sentiam de facto especiais. Chamando pessoas do público para o palco o que os Green Day estão a dizer é que «vocês aqui é que são as rock-stars». Um sinal autêntico e genuíno de respeito e agradecimento ao público, que rejubila quando alguém é chamado para o palco. Enquanto algumas bandas e músicos desaparecem após os seus 15 minutos de fama, os Green Day continuam a trabalhar e a encher grandes palcos (o inicio foi a tocar para 5 pessoas nas traseiras de um quintal).

Paixão pelo que se faz e respeito pelo público: É isso que também está a fazer? A tratar também os seus clientes como rock-stars? Num caso mais próximo de Portugal podemos falar de Tony Carreira. O segredo do seu sucesso para além de Story-Telling está relacionado com o final dos seus concertos, recebendo o público durante várias horas que excedem o tempo do próprio espectáculo. Tudo isto se resume a reconhecimento, a melhor forma de comunicação bidireccional.

terça-feira, 25 de maio de 2010

GREEN DAY EM LISBOA - WELCOME TO BRANDING PARADISE!


Antes do inicio de mais uma tournée pela Europa, que vai começar dentro de poucos dias (e onde também iremos estar), os Green Day “vão passar” pelo Chiado Center (Rua Alecrim, 70) com o Brands Like Bands onde vamos apresentar nas XXII Jornadas COOL Innovation and Creativity do IADE: Green Day: Welcome to Branding Paradise. É amanhã às 11H. Apareçam por lá.

terça-feira, 27 de abril de 2010

AMANHÃ ÀS 12H.

Depois de um ano de avanços e recuos, de derrubarmos os mais diversos obstáculos, de enfrentarmos alguma (muita) desmotivação, próprio de quem tem objectivos, estamos perto... Muito perto... Amanhã, às 12H!

quinta-feira, 1 de abril de 2010

DIA DAS MENTIRAS? NÃO, SÃO MESMO OS...

Foxboro Hot Tubs aka Green Day. Bom feriado!

sexta-feira, 26 de março de 2010

CONHECE A SUA CONCORRÊNCIA? UMA LIÇÃO DE BRANDING DOS GREEN DAY. BOM FIM-DE-SEMANA.

Conhecer o nosso mercado e o nosso público leva-nos inevitavelmente a conhecer a nossa concorrência, o que também é fundamental para a construção da identidade de uma marca. Todos aqueles que trabalham na nossa marca precisam de sentir aquilo que defendemos e os valores que representamos, que devem ser diferenciadores dos nossos concorrentes. «Do you know your enemy?» Bem, se não conhece arrisca-se apenas a ser mais um. É a lição de branding que os Green Day nos deixam esta sexta-feira. Bom fim-de-semana.

«Conheces o inimigo?
Conheces o teu inimigo?
Bem, eu tenho que conhecer o meu inimigo...»

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

FROM GILMAN TO GRAMMY, OU UMA LIÇÃO DE BRANDING DOS GREEN DAY


Depois dos Green Day terem vencido ontem um dos mais importantes Grammy Awards, o da categoria melhor álbum Rock, vale a pena recordar aqui o seguinte (carregue no link).

domingo, 6 de dezembro de 2009

Gostas pouco...


Nós também, Serena. Para além de os conhecermos também gostamos dos rapazes.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Brands not dead ou uma lição de Billie Joe dos Green Day...


(registo do meu encontro com Billie Joe Armstrong dos Green Day)
Tal como comecei ontem a minha intervenção, o Brands Like Bands tem a sua fase embrionária em Inglaterra, no Festival Reading em 1995. Os festivais têm esta capacidade de nos motivar a algo; já outros dois portugueses, José Pedro Reis (Zé Pedro) e Carlos Alberto Ferreira (Calú) decidiram, depois de assistir ao Festival Mont de Marsan em 1979, formar uma banda. Chegaram a chamar-se Delirium Tremens, Beijinhos e Parabéns, mas acabaram por escolher em definitivo o nome de Xutos & Pontapés, como forma de as pessoas terem um primeiro atalho que identificasse a natureza do seu projecto.

Mas vou recuar cerca de 2/3 anos antes daquele verão em Inglaterra, no Festival Reading, onde havia nomes como Björk, Neil Young, Pearl Jam, Smashing Pumpkins, Green Day, entre outros.

Conheci os Green Day naquele ritual de se trocar cassetes que eram gravadas com várias bandas. Numa dessas cassetes deparei-me, então, com os americanos Green Day que se diferenciavam das restantes bandas, das quais nem me lembro do nome e que estavam nessa mesma cassete. Tentei, após isso, saber mais sobre eles. Não havia internet e então toca de escrever uma carta para uma pessoa conhecida que tinha em Berkeley (Califórnia/EUA), que posteriormente, me mandou mais material da banda.

Os Green Day estavam nessa época numa editora independente (Lookout! Records) e tinham começado por tocar onde havia hipótese, tal como os Rolling Stones, os tais que têm receitas de 1 500 milhões de dólares. Mas continuando com a banda norte-americana, o seu início foi tocar em liceus, nas traseiras de algumas casas particulares e até em casas de banho públicas, sim leu bem, casas de banho públicas. Foi esta dedicação que os Green Day colocaram na música que foi espoletando o passa a palavra. Passaram então a tocar em salas que já levavam algumas centenas de pessoas. O entusiasmo e a criatividade mantinham-se. Passaram de uma editora independente para uma major. Acompanhei este processo de crescimento, crescimento idêntico ao da Apple, Microsoft, Delta Cafés, entre outros. Vi-os então no Festival Reading em 1995 e cinco anos depois vi-os em Lisboa. Para além de os ver novamente em palco tive a oportunidade, no final do concerto, de estar com eles. Ainda não era o tempo das câmaras digitais ou de telemóveis com câmara fotográfica, mas ficou um registo ainda mais pessoal.

Falámos de tudo isto que vos descrevi anteriormente, do empreendedorismo de pessoas como Steve Jobs cruzando com os membros da própria banda. Ao que Billie Joe me respondeu: «A música sai do coração mas é feita em proveta, é feita em estúdio, quando estamos aí é quando tudo acontece. Eu quero os arranjos musicais e as vozes de uma forma, o Mike Dirnt (baixista) quer de outra, o baterista (Tre Cool) quer de outra completamente diferente. Mas isto é o que acontece com qualquer equipa de criativos, de qualquer área não é?». Pareceu-me lógico. No argue with that.
E continuou: «Temos que chegar a um consenso entre aquilo que nós queremos, de como a música nos soa melhor, da forma como a queremos fazer, com o impacto para quem nos ouve, para o nosso público. Por isso é que gravamos demos para ver como soa a nossa música e -qual estudo de mercado- para auscultarmos a opinião de outras pessoas, externas à banda, antes de gravarmos a versão final do álbum.

Estava a ter esta conversa com Billie Joe na febre da música Good Ridance (carregue no link), que tinha sido escolhida para o último episódio da série Seinfield, vista por centenas de milhões de pessoas. Falámos depois do tema sempre muito quente no mundo da música, o que é isso de ser comercial, de ser sellout. «Fernando, não brinquem comigo. Os The Exploited (Os Explorados), vivem de quê? Vivem ainda hoje do tema Punks not Dead (Os punks não estão mortos), porque esse tema é a sua marca registada, o seu statement, o seu posicionamento... Deles (da banda), mas principalmente de quem os ouve em todo o Mundo. É por isso que eles (banda) ainda existem.» A explicação de Billie Joe era mais uma vez óbvia.

Despedimo-nos. Anos mais tarde os Green Day gravaram o álbum American Idiot. Trabalharam um manifesto anti George Bush. Seguiram no fundo a estratégia dos The Exploited. Eles estavam igualmente a criar um statment, um posicionamento com conjunto de valores agregados. Como diz Platão a necessidade é a mãe de toda a criatividade. E havia a necessidade de os músicos adoptarem uma expressão verbal e visual que fosse também ao encontro de uma parte considerável dos norte-americanos, que era a vontade de exprimir uma emoção. Um álbum que seria aparentemente de ruptura foi altamente consensual. O álbum foi multiplatinado em todo o Mundo.

O ADN da banda esteve sempre lá, desde a época em que tocavam em casas de banho públicas até tocarem em estádios. Os Green Day tal como os Rolling Stones, os U2, os Beatles começaram a tocar para 50 pessoas até conseguirem tocar para 50/100 mil pessoas. Eles iniciaram o seu trabalho com um sonho, sonho esse que provinha da paixão pelo que faziam, paixão que se entranhou na alma de quem os escutava. As pessoas identificam-se com uma expressão emocional. Exactamente como acontecia com Amália Rodrigues no Japão, em que o sentimento que aí perpassava e que emocionava as pessoas era exactamente o mesmo que existia nas casas de fado em Lisboa, onde começou a nossa eterna diva.
Como aconteceu também com Steve Jobs, Rui Nabeiro, Enzo Ferrari, António Câmara, Carlos Coelho, Gato Fedorento, entre tantos outros. Isto porque, não obstante os mais variados obstáculos, é com a paixão que as pessoas conseguem erguer os seus projectos, sejam eles de que natureza forem, tenham eles a dimensão que tiverem. É com essa mesma paixão que se emprega nos projectos, independentemente das suas características, que as pessoas se identificam, se associam e que sonham. A paixão vem do sonho que alimenta a criatividade. Porque no final, marketing não é ouvir o que as pessoas dizem, é sentir o que elas sentem. Tal como fazem os The Exploited há 30 anos e já prometeram fazer pelo menos durante mais 10, porque as pessoas em todo o Mundo querem continuar a escutar Brands not Dead (carregue no link)

Fernando Gaspar Barros

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Brands Like Bands, onde os Green Day se cruzam com Al Ries e Jack Trout, no evento de marketing do ano!

No recente concerto dos Green Day em Lisboa o site da revista Blitz comentou que a banda norte-americana «tinha dado provas de uma rebeldia contida próprias de quem sabe qual é o seu público e o que fazer para o conquistar.» O que é exactamente uma demonstração prática de sucesso sobre o que Al Ries e Jack Trout escreveram no livro Posicionamento, a batalha pela sua mente: «Posicionamento não é o que se faz com o produto. Posicionamento é que se faz com a mente dos clientes em potencial»

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O Começo...


A partir de hoje, dia 24 de Junho, vai estar à venda o livro A Marca X – Um Tributo à Fidelização, que se baseia num exemplo real de sucesso de uma organização, que são os Xutos & Pontapés.
Pretendemos, Fernando Barros e Sílvia Pouseiro, com este livro cruzar temas relacionados com a Gestão das Marcas, com o percurso desta banda durante as suas três décadas de existência. Abordando de igual modo outras bandas como os U2 (30 anos) e os os Green Day (20 anos).

Ao longo destes vários meses foram alguns os reveses. Todavia, isso não nos impediu de continuar a labuta para que este livro pudesse nascer, e foi com afinco e deleite que o fomos trabalhando.
Prefaciado por Carlos Coelho (reconhecido criador e gestor de marcas) o livro conta ainda com as importantes participações de: Dr. Jorge Sampaio, Comendador Rui Nabeiro, Prof. António Câmara, Dr. António Sérgio Eusébio, Pedro Miguel Ramos.
O programa Iniciativa (RTP 2) também deu o seu contributo, entre outras pessoas, na rubrica “Para bom empreendedor meia palavra basta”.

Ficamos a aguardar as vossas notas de leitura…