Music of all forms has played a pivotal role in my life. I remember laying in bed as a teenager listening to faraway AM radio stations from big American cities and wishing I could be like one of the charismatic and engaging DJs I heard. I treated the songs the way sports fans treat statistics. I kept track of when they came out and where they peaked on the charts. I tried to learn everything I could about every new band that came out! When I would get in a fight with my parents, I would retreat to my room and crank up my music and get lost in the sounds.
Today one of the songs that means the most to me is "My Hero" by Foo Fighters. I don't remember the first time I ever heard the song, but I clearly remember the first time I "got it". My son, now a teenager himself, was in the car with me and we had just gotten into a typical father-son argument with me over something silly. I was mad at him, as I am sure he was at me. After dropping him off, "My Hero" came on the radio.
Dave Grohl of Foo Fighters sang "There goes my hero, watch him as he goes. There goes my hero... he's ordinary."
It reminded me of the short time we have on this earth, and the deep bond between a father and his son. It spoke to me about the way we are all imperfect and "ordinary", yet to each other we can be heroes. It made me think of my relationship with my hero - my father - and my son's relationship with me.
Today, every time I hear "My Hero", I turn it up as loud as I can. The pounding drum beat and screaming guitars mask the soft and gentle message: love those around you with all your heart while you can and embrace their imperfections, because you won't be around forever. Tomorrow might be too late.
- Steve Jones - author of the new book "Brand Like A Rock Star", coming October 1, 2011 on Greenleaf Book Group. Now available for pre-order at Amazon.com. www.brandlikearockstar.com
Esta semana temos a participação da nossa amiga Sofia Cortez que nos presenteou com este pertinente texto intitulado «A música vive sempre para além do tempo.» As portas continuam abertas...
«Os anos 60 do século XX foram provavelmente os anos com maior criação musical de sempre, foram seguramente dos mais marcantes da história da humanidade em vários contextos, não só na produção musical. Desse período perduram hoje bandas como os Rolling Stones, os Led Zeplin ou os Beatles, bandas que marcaram por completo o panorama musical para todas as outras que lhes seguiram. Por isso não é estranho que hoje, bandas como os Pearl Jam, U2 ou Greenday refiram-nas como referências e influências incontornáveis.
Quando retemos uma banda nas nossas vidas, começamos sempre por nos deixar levar pela música, por aquela música em particular, é sempre o nosso ponto de partida para um mundo novo que acabámos de descobrir.
Foi assim que começou a minha história com os Doors, também eles o resultado do boom musical dos anos 60! Casualmente, ouvi o som do “Light my Fire” a sair de uma janela, e a partir desse momento não parei mais até descobrir tudo sobre aquele som e a banda…foi o instante que marcou para sempre o inicio de uma forte ligação ao universo Doors. Naquele momento a música dos Doors passou a integrar a banda sonora da minha vida, marcou aquele Verão e marcou a minha vida ao longo dos últimos 20 anos.
Quero com isto demonstrar que a música tem uma energia e uma força que nos envolve, cria laços com os ouvintes, faz com que estes se sintam parte de uma família, são mais dos que meros ouvintes: são fãs. Incorporam o papel de defensores da sua música e de féis militantes que acompanham a banda em todos os seus passos e percurso. A explosão do rock e proliferação da produção musical conduziram a música a uma produção massiva e a ser vista como um elemento comercial.
Porém, as bandas que aprenderam capitalizar este factor, tiveram a possibilidade de viver dos rendimentos da sua arte e desempenharam um importante papel na difusão musical, enquanto elemento cultural, que no fundo é a base da criação artística, a produção de arte acessível e partilhada por todos.
Numa sociedade como a nossa em que estamos sempre com pressa para chegar a algum lado, para comprar, para nos informarmos sobre tudo e sobre todos, a música é dos poucos elementos que nos permite criar referências, que nos permite emocionar, amar, apaixonar por uma causa, torna-nos fiéis e tomamos como nosso o papel de zelo pelo sucesso do objecto de adoração, assumimos um compromisso. A partir do momento em que criamos estes laços, vamos procurar cuidar deles e garantir que se mantêm autênticos para não perdem a sua magia.
Deste modo, não é a era em que a música é produzida ou o seu estilo, mas o nosso envolvimento com ela que conduz à sua imortalidade. É a transmissão de um legado de geração em geração que faz, com que os Doors, os Beatles, Wagner, Maria Callas ou o Elvis, se mantenham vivos hoje, amanhã e daqui a 50 anos. A música que construíram e nos deixaram vive por si só, porque existirão sempre interessados nela, existirão fãs que continuarão a perpetuar a sua história com entusiasmo e paixão.
É por esse motivo que o meu envolvimento com os Doors, irá persistir. O para sempre fica-nos bem e aplica-se na perfeição. Começámos há 20 anos e vamos continuar até ao fim dos tempos…»
As Marcas são a Voz, que tal como as nossas bandas/músicas de eleição são uma extensão de nós próprios. É neste enquadramento que o blog da Brands Like Bands inaugura hoje a sua rubrica «Do you remember rock n roll radio?» onde cada um dos nossos convidados escolhe um tema musical, em que o mesmo esteja associado a um projecto, memória ou a algo relacionado com a actualidade.
Para estrear este espaço convidamos Rui Calafate, homem conhecido e reconhecido na área da consultoria de comunicação, Director Geral da Special One Comunicação e um blogger influente através do seu It’s PR Stupid.
«Quando comecei a trabalhar em assessoria de imprensa esta foi a música que me acompanhou ao despertar durante dois anos. Mais marcante dificilmente podia ser.»
Do you remember rock n roll radio é um tema dos Ramones e esta rubrica serve igualmente para homenagear esta banda norte americana que surgiu na década de 70 e que ainda hoje é uma influência por aliar simplicidade a relevância. Sendo por isso mesmo homenageada este ano nos Grammy Awards.
Com as participações de Jorge Sampaio (Presidente da República Portuguesa 1996-2006), Comendador Rui Nabeiro (Grupo Delta Cafés), Prof. António Câmara (CEO Ydreams), Carlos Coelho (CEO Ivity Brand Corp.), Pedro Miguel Ramos (CEO Grupo Amo.te), António Eusébio (CEO Sumol+Compal). Solicita promo via amarcax@gmail.com