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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

STRUMMER EM GRANADA


Após uma campanha no Facebook, o município de Granada resolveu baptizar uma praça da cidade com o nome do mítico vocalista dos Clash, Joe Strummer.

Strummer e os Clash levaram o nome de Granada aos quatro cantos do mundo com célebre tema «Spanish Bombs», do album «London Calling», lançado em 1979. A iniciativa surgiu de uma associação de um bairro de Granada, que não obstante de não ter muitos likes na pagina, recolheu de imediato o apoio da gestão da Câmara neste singular tributo, que é igualmente coerente e alinhando com a relação de Strummer com a cidade. Joe Strummer faleceu a 22 de Dezembro de 2002, com 50 anos de idade. Nessa data músicos como Zé Pedro (Xutos & Pontapés) prestam um tributo a Strummer e aos The Clash, fazendo alguns concertos de homenagem.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

SE O ROCK MUDOU O MUNDO…

Uma das maiores lições do mundo da música, quer para o campo do employee engagement quer para consumer engagement, é que quando pensamos nas palavras, quando as cantamos, colocamo-nos no lugar de quem as ouve. Branding no seu melhor. E que transforma as organizações de modo a que estas sejam capazes de criar, nutrir e manter relacionamentos mutuamente proveitosos com as pessoas (público interno e externo), pois como dizia Joe Strummer, vocalista dos The Clash*, «Without people we’re nothing.» Afinal, se o rock mudou o mundo… Artigo completo sobre o Empresas Rock e Employee Engagement em: http://www.editorarh.pt/nl/horizontes.html

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

BRANDS NOT DEAD OU 35 ANOS DEPOIS DA ANARCHY IN THE U.K. TOUR...

Com o fim dos acordos de Bretton Woods em 1971 e o primeiro choque petrolífero entre 1973-1975, a Grã-Bretanha fica perante uma grave recessão económica que coloca no desemprego mais de um milhão de pessoas, agravando as diferenças entre as classes sociais.

Num período social demasiadamente saturante de tão amargo que era, a rádio passava o que havia: bandas sem distinção entre si, com pouca diferenciação e que se caracterizavam por um autêntico vazio criativo. Estavam assim abertas as portas para o surgimento do movimento Punk e para o seu maior legado, para além da música, que foi o DIY – Do It Yourself.

O DIY é aquilo que hoje se designa massivamente de empreendedorismo. E que criou, na segunda metade da década de 70 em Inglaterra, uma economia paralela, ao denominado mainstream, com base na criatividade, na energia, na iniciativa e na irreverência, com a realização de concertos em pequenas salas, criação de editoras, de álbuns e de revistas, especificamente.

O que se verifica 35 anos depois da explosão do Empreendedorismo expresso no ethos punk DIY (Do It Yourself) é que ela estendeu-se a outras áreas económicas e ainda hoje se mantém de forma eficaz.

A sua sobrevivência e perpetuidade são um sinal de que as coisas têm sido bem feitas através do tempo, comprovando que a preocupação de criar valor não é uma questão meramente economicista. A grande lição do Punk e do DIY – Do It Yourself – foi isto mesmo, mostrar que é possível fazer as coisas de outra maneira, fugindo ao marasmo, tomando as rédeas dos acontecimentos e invertendo-os se possível.

Na febre emergente do DIY e integrado na explosão do punk começa a germinar um dos maiores executivos da actualidade , o fundador e presidente do Grupo Virgin, Sir Richard Branson, que fez sempre questão de fugir à regra. Não por não ter licenciatura, mestrado ou MBA, mas porque sempre defendeu (como fez numa entrevista ao Jornal de Negócios em 2008) que «não se pode ficar fechado no fato e gravata à espera que o negócio tenha sucesso por si. Os erros são património de experiência. O problema é que muitas e empresas e gestores se levam demasiado a sério.»
Sir Richard Branson no barco que atravessou o Tamisa e onde foram feitos os lançamentos, na semana dos festejos da coroação de Isabel II, do single God Save the Queen dos Sex Pistols, com uma actuação da banda, e da Anarchy in the U.K. Tour.

Os cerca de 30 000 colaboradores do Grupo Virgin, que dele dependem, agradecem-lhe pelo facto de Sir Richard Branson agir, sabendo que não é o dinheiro que faz o empreendedor, mas sim a sua atitude obstinada de criar algo, não só para a economia mas também para a sociedade em geral. Quem disse que a vitalidade do punk expressa no DIY – Do It Yourself – não pode ser uma boa influência para a Gestão, principalmente para a mais ortodoxa?

sábado, 15 de janeiro de 2011

SIMPLESMENTE...

Ou como diriam os Clash «Cut the Crap*.»

* nome do álbum lançado em 1985 pelos ingleses The Clash

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Alguns desafios para as marcas mantêm-se, 30 anos depois.

É um dos vídeos de maior sucesso do Brands Like Bands. Por ser um tema do final da década de 70 e em que o seu conteúdo é perfeitamente adequado à actualidade.