"Como tenho explicado há mais de 30 anos, 'No future' significava 'Não há futuro se não fizeres por isso'. Se simplesmente aceitares o status quo e te limitares a ir com a corrente, não terás futuro. Às vezes temos de remar contra a maré..." Jonh Lydon, vocalista dos Sex Pistols e PIL no New Musical Express(NME).
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domingo, 10 de junho de 2012
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
BRANDS NOT DEAD OU 35 ANOS DEPOIS DA ANARCHY IN THE U.K. TOUR...
Com o fim dos acordos de Bretton Woods em 1971 e o primeiro choque petrolífero entre 1973-1975, a Grã-Bretanha fica perante uma grave recessão económica que coloca no desemprego mais de um milhão de pessoas, agravando as diferenças entre as classes sociais.
Num período social demasiadamente saturante de tão amargo que era, a rádio passava o que havia: bandas sem distinção entre si, com pouca diferenciação e que se caracterizavam por um autêntico vazio criativo. Estavam assim abertas as portas para o surgimento do movimento Punk e para o seu maior legado, para além da música, que foi o DIY – Do It Yourself.
O DIY é aquilo que hoje se designa massivamente de empreendedorismo. E que criou, na segunda metade da década de 70 em Inglaterra, uma economia paralela, ao denominado mainstream, com base na criatividade, na energia, na iniciativa e na irreverência, com a realização de concertos em pequenas salas, criação de editoras, de álbuns e de revistas, especificamente.
O que se verifica 35 anos depois da explosão do Empreendedorismo expresso no ethos punk DIY (Do It Yourself) é que ela estendeu-se a outras áreas económicas e ainda hoje se mantém de forma eficaz.
A sua sobrevivência e perpetuidade são um sinal de que as coisas têm sido bem feitas através do tempo, comprovando que a preocupação de criar valor não é uma questão meramente economicista. A grande lição do Punk e do DIY – Do It Yourself – foi isto mesmo, mostrar que é possível fazer as coisas de outra maneira, fugindo ao marasmo, tomando as rédeas dos acontecimentos e invertendo-os se possível.
Na febre emergente do DIY e integrado na explosão do punk começa a germinar um dos maiores executivos da actualidade , o fundador e presidente do Grupo Virgin, Sir Richard Branson, que fez sempre questão de fugir à regra. Não por não ter licenciatura, mestrado ou MBA, mas porque sempre defendeu (como fez numa entrevista ao Jornal de Negócios em 2008) que «não se pode ficar fechado no fato e gravata à espera que o negócio tenha sucesso por si. Os erros são património de experiência. O problema é que muitas e empresas e gestores se levam demasiado a sério.»
Num período social demasiadamente saturante de tão amargo que era, a rádio passava o que havia: bandas sem distinção entre si, com pouca diferenciação e que se caracterizavam por um autêntico vazio criativo. Estavam assim abertas as portas para o surgimento do movimento Punk e para o seu maior legado, para além da música, que foi o DIY – Do It Yourself.
O DIY é aquilo que hoje se designa massivamente de empreendedorismo. E que criou, na segunda metade da década de 70 em Inglaterra, uma economia paralela, ao denominado mainstream, com base na criatividade, na energia, na iniciativa e na irreverência, com a realização de concertos em pequenas salas, criação de editoras, de álbuns e de revistas, especificamente.
O que se verifica 35 anos depois da explosão do Empreendedorismo expresso no ethos punk DIY (Do It Yourself) é que ela estendeu-se a outras áreas económicas e ainda hoje se mantém de forma eficaz.
A sua sobrevivência e perpetuidade são um sinal de que as coisas têm sido bem feitas através do tempo, comprovando que a preocupação de criar valor não é uma questão meramente economicista. A grande lição do Punk e do DIY – Do It Yourself – foi isto mesmo, mostrar que é possível fazer as coisas de outra maneira, fugindo ao marasmo, tomando as rédeas dos acontecimentos e invertendo-os se possível.
Na febre emergente do DIY e integrado na explosão do punk começa a germinar um dos maiores executivos da actualidade , o fundador e presidente do Grupo Virgin, Sir Richard Branson, que fez sempre questão de fugir à regra. Não por não ter licenciatura, mestrado ou MBA, mas porque sempre defendeu (como fez numa entrevista ao Jornal de Negócios em 2008) que «não se pode ficar fechado no fato e gravata à espera que o negócio tenha sucesso por si. Os erros são património de experiência. O problema é que muitas e empresas e gestores se levam demasiado a sério.»
Sir Richard Branson no barco que atravessou o Tamisa e onde foram feitos os lançamentos, na semana dos festejos da coroação de Isabel II, do single God Save the Queen dos Sex Pistols, com uma actuação da banda, e da Anarchy in the U.K. Tour.Os cerca de 30 000 colaboradores do Grupo Virgin, que dele dependem, agradecem-lhe pelo facto de Sir Richard Branson agir, sabendo que não é o dinheiro que faz o empreendedor, mas sim a sua atitude obstinada de criar algo, não só para a economia mas também para a sociedade em geral. Quem disse que a vitalidade do punk expressa no DIY – Do It Yourself – não pode ser uma boa influência para a Gestão, principalmente para a mais ortodoxa?
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
6 MOMENTOS QUE MUDARAM DECISIVAMENTE O MUNDO DAS MARCAS
1 - 5 de Julho de 1954, Elvis Presley dá à luz o Rock n’ Roll, no Memphis Recording Service;
2 - 1964, a América estava em estado de choque e de luto pelo assassinato de John F. Kennedy, ocorrido em 22 de Novembro 1963. O País precisava de uma importante injecção de energia e de optimismo. O cenário estava montado para a British Invasion encabeçada pelos Beatles e Rolling Stones;
3 - 15, 16 e 17 de Agosto de 1969, realiza-se o Festival Woodstock, no estado de Nova Iorque, ao qual assistiram ao vivo mais de 500.000 pessoas;
4 - 30 de Março de 1974, os Ramones dão o seu primeiro concerto no mítico CBGB, em Nova Iorque. Seria o embrião do movimento Punk e do filosofia DYI (Do It Yourself), que viria a nascer entre os dias 20 e 21 de Setembro de 1976 no 100 Club, um clube de Jazz, em Oxford Street, Londres;
5 - 1983, Malcom Maclaren, o maior Trend Hunter de sempre, que esteve também na explosão do movimento Punk, lança pela primeira vez os holofotes para o hip-hop com o seu álbum Duck Rock;
6 - 1991, os U2 lançam o seu sétimo álbum intitulado Achtung Baby e a tournée ZOO TV, mudando todo o paradigma sobre a comunicação.
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