sexta-feira, 20 de setembro de 2013

ENTREVISTA: IVITY BRAND CORP E A COMUNICAÇÃO DO BRANDS LIKE BANDS


Pedro Pires, director criativo da Ivity Brand Corp, agência que assina a comunicação do Brands Like Bands, explica como é que surgiram as peças que comunicam o festival.

Meios & Publicidade - Este é realmente um festival único e que tem um cartaz igualmente único. Em que se inspiraram?

Pedro Pires - Inspiramo-nos nas dialéticas existentes entre a vida pessoal e a vida profissional.
Todos temos talentos nem sempre visíveis quando em ambiente de trabalho. Paixões, hobbies, coisas a que dedicamos muito tempo e que muitas vezes mostram outros lados da nossa personalidade que não são evidentes quando estamos a desempenhar o nosso papel profissional.

Por outro lado, o nome “Brands like bands” já faz um pouco deste caminho conceptual, o que tornou mais ou menos evidente esta solução.
Fomos também buscar referencias clássicas, ícones de forma a reforçar o conflito existente nessa dialética.

Meios & Publicidade - Este é um cartaz que foge ao conceito tradicional dos cartazes de festival. Esse era também um dos objectivos?

Pedro Pires -  Sim, queríamos evitar leituras requentadas e por isso menos atentas. Um cartaz, embora seja um suporte informativo, é uma poderosa peça de comunicação e normalmente deverá antes de informar seduzir e interessar com algum elemento que provoque curiosidade.

Embora esta sejam conferências e “festivais”, o Brands Like Bands costuma propor uniões inusitadas de pessoas e temas. O cartaz teria obrigatoriamente de  refletir essa realidade.

Meios & Publicidade - Esperam alguma reacção especial a este trabalho? 

Pedro Pires - Esperamos acima de tudo que contribua para o sucesso da iniciativa, exatamente por ser uma peça que contraria a normalidade e nessa perspetiva contribui para a diferenciação da iniciativa e apara a sua valorização.


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

A CAMINHO DO ÚLTIMO DIA DO FESTIVAL BRANDS LIKE BANDS, O PRIMEIRO FESTIVAL DE BANDAS DE EMPRESAS



Dia 22 Setembro – 22.30
  • aBARdinanço (BAR)
  • Best Sound Machine (Optimus)
  • Mind Source Band (Mind Source)

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

O FURACÃO, O CICLONE E A TEMPESTADE – BALANÇO DO SEGUNDO DIA DO FESTIVAL BRANDS LIKE BANDS

 … E no segundo dia a casa quase que veio abaixo, com as actuações dos E-4G (Ericsson), The Walkers (Garrigues) e The Trigger (MetLife).
Começou com a E-4G constituída pela Dora, Emídio, Luís e Ricardo e de facto não podia ter começado melhor. Com uma performance absolutamente memorável, que colocou toda a sala a dançar, os E-4G desfiaram clássicos como dos Queen e temas mais recentes como «Use Somebody» dos Kings of Leon.
(E-4G - Ericsson)
A sala estava de facto ao rubro e os The Walkers não deixaram os seus créditos por mãos alheias. Festejando o seu aniversário em palco, Pedro Lemos Carvalho, saiu do palco ensopado em suor deixando tudo em palco, como os seus colegas, Sara GonçalvesDiogo Leónidas Rocha, Miguel Caiado, João Carmo Pereira e Luís Costa. Os The Walkers revelaram-se uma autêntica máquina rock ‘n’ roll. Avassaladores, deixaram a toda assistência sem fôlego, com temas dos AC/DC, Steppenwolf, Green Day, entre outros.
(The Walkers - Garrigues)

Para encerrar o segundo dia do Festival Brands Like Bands subiram ao palco do Hard Rock Cafe Lisboa os The Trigger com uma autêntica tempestade Blues. Tocando dois originais, The Boatman e Mr Hobo, os The Trigger com José Burgos, Miguel Morgado, João Álvaro, Jorge Rendeiro e Gabriel Antunes, prestaram igualmente o seu tributo a bandas como os The Clash, Xutos & Pontapés e Bob Dylan, sempre com o cunho da própria banda. Uma actuação bastante segura e que se vai repetir dia 23 de Novembro no Rock in Chiado, a não perder.

(The Trigger - MetLife)

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

OPENING DAY – FESTIVAL BRANDS LIKE BANDS – BALANÇO DO PRIMEIRO DIA.

A opinião é consensual, o primeiro dia do Festival Brands Like Bands excedeu todas as expectativas e tal já se começava a prever logo pela manhã durante o soundcheck, com um grande ambiente entre as bandas/empresas.
(The Igniters Ignite Portugal/iMatch)

A abrir o primeiro Festival de Bandas de Empresas tivemos os The Igniters, banda constituída por voluntários do Ignite Portugal, projecto desenvolvido pela iMatch. Quem diria que esta era a primeira actuação desta banda?!?! Grande concerto, bastante descontraídos em palco e em permanente comunicação com o público. «Ignite Portugal», «Agora», «Revolução» e «Inimigo público» foram alguns dos temas aos quais ninguém ficou indiferente e que espelharam na perfeição o espírito do Ignite Portugal e da iMatch  Quem sabe se um dia não temos a já famosa palete do Ignite Portugal no Hard Rock Café…


(Pode Haver Confusão - PHC)

Seguiram-se os Pode Haver Confusão, da PHC, constituídos pela Márcia, Ricardo, Miguel e Carlos que, vestindo literalmente a camisola, contaram-nos a história da empresa e do seu dia-a-dia através de temas conhecidos de todos nós. Não foi difícil ver algumas pessoas, que mesmo não sendo da PHC, a certa altura já trauteavam as letras. A sala susteve a respiração aos primeiros acordes de «Marilú» dos Ena Pá 2000… mas não Podia Haver Confusão. Grande concerto e com um pedido de encore.

(Fora da Lei - PLMJ - Sociedade de Advogados)

A fechar o dia do Festival Brands Like Bands tivemos os Fora da Lei, da PLMJ. Habituados a estas andanças, pela sua regular participação no Rock ‘n’ Law, os Fora da Lei deram-se a conhecer a um novo público que confirmou ao vivo a grande competência desta banda. Foram 8 músicos em palco, devidamente entrosados, fazendo passar para o público uma grande empatia entre si. Fãs assumidos de Ornatos Violeta, tocaram temas desta banda nortenha, com uma passagem por temas de Coldplay e Muse. Mas foi com «Faz-me uma Revolução» que os Fora da Lei marcaram a sua grande actuação.  Quando é que este tema pode ver a luz do dia? No fundo, também o Festival Brands Like Bands, sendo o primeiro Festival de Bandas de Empresas está a fazer a sua Revolução, o seu caminho, que continua no próximo 15 de Setembro.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

O CONCEITO FESTIVAL BANDAS DE EMPRESAS - ENTREVISTA


Meios & Publicidade - O Brands Like Bands evoluiu este ano para um conceito diferente. Como é surgiu a ideia?

Fernando Barros - Surgiu desde a primeira Conferência Brands Like Bands em 2009. Onde encerrámos a mesma com uma actuação da banda da Ydreams, a YBand. Desde então e com o percurso que temos feito com algumas empresas verificámos que seria interessante estimular as organizações para outro patamar criativo, criando elas as suas próprias bandas e que isso traria igualmente uma maior envolvência e motivação dos colaboradores com a própria empresa. A ligação das pessoas com a música já existia foi só lançar o desafio. Doravante, este é o modelo que queremos manter: festival + conferência, juntar profissionais de várias áreas em ambos os formatos. Queremos que seja uma festa mas que igualmente se retirem vários outputs para as organizações.

Meios & Publicidade - Vamos, pela primeira vez, poder assistir a uma série de bandas oriundas de empresas. Como é que foi feita esta selecção?

Fernando Barros - Tínhamos 20 bandas em carteira, que já conhecíamos. As nove bandas que vão tocar são bandas de empresas que já tocaram várias vezes, que já têm alguma experiência de palco e que aceitaram de imediato este desafio, de participar no primeiro Festival de Bandas de Empresas.

Meios & Publicidade - Este encontro de bandas “empresariais” esgota-se no festival ou pode ter continuidade? Têm alguma coisa prevista nesse sentido?

Fernando Barros - A ideia é no dia 23, a seguir, ao último dia do Festival começarmos a pensar na próxima edição.

Meios & Publicidade - O que é que podemos esperar destes três dias de festival?

Fernando Barros - Um encontro entre várias empresas de várias áreas de negócio num ambiente muito mais estimulante e criativo. Um carregar de baterias para o resto do ano. E um encontro onde se concretizam sonhos, e onde, conseguimos juntar amigos, colegas e família. 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

AS BANDAS EMPRESAS QUE VÃO ACTUAR NO FESTIVAL BRANDS LIKE BANDS - O PRIMEIRO FESTIVAL DE BANDAS DE EMPRESAS

O cartaz do Festival Brands Like Bands, o primeiro Festival de Bandas de Empresas, está completo. Desmarquem tudo o que tiverem agendado, porque vai valer bem a pena! Será no Hard Rock Cafe e a entrada é gratuita.

Dia 8 Setembro – 22.30
  • Fora da Lei (PLMJ – Sociedade de Advogados)
  • Pode Haver Confusão (PHC)
  • The Igniters (Ignite Portugal/iMatch)
Dia 15 Setembro – 22.30
  • The Trigger (Metlife)
  • The Walkers (Garrigues)
  • E-4G (Ericsson)
Dia 22 Setembro – 22.30
  • aBARdinanço (BAR)
  • Best Sound Machine (Optimus)
  • Mind Source Band (Mind Source)

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

FESTIVAL BRANDS LIKE BANDS – ENTRÁMOS EM CONTAGEM DECRESCENTE

James Williamson é uma das referências cá da casa. Guitarrista em Iggy & The Stooges, criou, na década de 70, um estilo próprio na guitarra eléctrica, que deu origem ao estilo Punk-Rock. James faz parte da história do Rock ‘n’ Roll e de Silicon Valley, onde seguiu uma carreira mais calma mas igualmente desafiante e criativa. 30 anos depois decidiu acumular a sua posição como Vice-Presidente da Sony para a área tecnológica com a sua banda de sempre os The Stooges.

Não vamos ter James Williamson no primeiro Festival de Bandas de Empresas mas vamos ter igualmente muito talento dividido por nove bandas, que vamos anunciar na próxima segunda-feira. É verdade... Já entrámos em contagem decrescente para o Festival Brands Like Bands.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

ARTIGO BRANDS LIKE BANDS - MARKETEER (AGOSTO//2013) - GREEN DAY: A HISTÓRIA DE UMA MARCA



«Tive que recuar a 1993 para iniciar este artigo. Para alguns é como recuar até à pré-história, para outros é recordar boas e/ou más memórias, para mim tornou-se fundamental para  compreendermos o percurso de uma das maiores bandas/marcas de sempre: os Green Day, de Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt e Tré Cool, que inicialmente até se começaram por chamar Sweet Children.

Tudo começou com uma cassete

1993... Ano em que as camisas de flanela estavam na moda em todo o Mundo, não por causa dos pescadores da Ericeira ou de Peniche, mas por causa de Kurt Cobain dos Nirvana; ano em que os U2 trazem a sua ZOO TV a Portugal e há quem ofereça 1.000 contos (5.000 euros) por um bilhete; ano em que arrancaram as obras da Expo 98, a Sumol apresenta o Alex e eu recebo uma carta de um pen-friend dos EUA com uma cassete (sim… cassete, ainda se lembram?) que tinha uma compilação de várias bandas e onde os Green Day eram uma delas.(...)»