terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A TUA CARA NÃO ME É ESTRANHA

A  Revista da ESPN tem um editorial fabuloso que tinhamos de partilhar convosco.  14 atletas, todos com grande sentido de humor, vestiram a pele de músicos de modo a recriarem alguns dos álbuns mais icónicos dos últimos tempos.
Os jogadores da NFL Trent Richardson, Marshawn Lynch and LaMarr Woodley na pele dos Run-D.M.C. no álbum Ultimate Run DMC, editado em 2003:

A campeã olímpica em atletismo nos 100, 200 e 400 metros Sprinter Allyson Felix como Beyonce no álbum Dangerously In Love, de 2003:

O campeão olímpico em natação na recriação do álbum Nevermind, dos Nirvana, lançado em 1991:


Josh Freeman dos Tampa Bay Buccaneers aqui como Michael Jackson no álbum Thriller, de 1982:

Jimmie Johnson da NASCAR com a sua esposa Chanra no álbum The Freewheelin', de Bob Dylan, de 1963:

 
O corredor de motocross James Stewart como Rick James no album Street Songs, de 1981:
 
 
Alex Morgan da selecção de futebol dos Estados Unidos como Katy Perry no álbum One Of The Boys, lançado em 2008:

 
J. Upton, E. Longoria, B. Phillips, G. Stanton and S. Victorino da MLB recriando os Devo no álbum Freedom Of Choice, de 1980


 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

OS 25 MELHORES CARTAZES DE CONCERTOS AO VIVO


Eleitos pela Bilboard. Sem dúvida, uma peça de comunicação de promessas e de experiências que fizeram escola.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

STRUMMER EM GRANADA


Após uma campanha no Facebook, o município de Granada resolveu baptizar uma praça da cidade com o nome do mítico vocalista dos Clash, Joe Strummer.

Strummer e os Clash levaram o nome de Granada aos quatro cantos do mundo com célebre tema «Spanish Bombs», do album «London Calling», lançado em 1979. A iniciativa surgiu de uma associação de um bairro de Granada, que não obstante de não ter muitos likes na pagina, recolheu de imediato o apoio da gestão da Câmara neste singular tributo, que é igualmente coerente e alinhando com a relação de Strummer com a cidade. Joe Strummer faleceu a 22 de Dezembro de 2002, com 50 anos de idade. Nessa data músicos como Zé Pedro (Xutos & Pontapés) prestam um tributo a Strummer e aos The Clash, fazendo alguns concertos de homenagem.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

«2013 - O ANO DOS FÃS.» ARTIGO BRANDS LIKE BANDS PARA A MARKETEER


Qual é o lugar mais comum onde as pessoas fazem as suas tatuagens? Podiamos dizer que seria nos braços, ombros ou costas mas as tatuagens são feitas nas mentes das pessoas quando estas criam numa primeira fase as suas tatuagens a nível mental, com associações poderosas a experiências que obtiveram e a algo com que se identifiquem profundamente… Branding no seu melhor, que conhece o seu estágio máximo quando alguém faz uma tatuagem, que será sempre representativa dos seus valores pessoais.

Mergulhámos no mundo das tatuagens quando na Brands Like Bands verificámos em 2008 que as pessoas tanto tatuavam uma marca como uma banda. Isto pode parecer estranho ou até mesmo bizarro mas não. E podemos confirmar isso mesmo quatro anos depois com a mais recente campanha da Superbrands.

As tatuagens representam um cruzamento de experiências, sentimentos e memórias. E as marcas como as bandas (Brands Like Bands) definem as condições para que essas mesmas experiências, sentimentos e memórias ocorram muito para além de vender simplesmente um produto ou serviço, onde essas experiências deixam uma memória que pode ser difícil de medir mas que é permanente como uma tatuagem.
Para quem tatua aquela marca ou aquela banda ela é única, extactamente porque essa banda ou marca o trata como único e não como uma massa anónima de gente, que comunica não apenas os desejos e necessidades do seu público mas também as suas esperanças e receios, sucessos e insucessos, desenvolvendo uma compreensão mais profunda sobre a sua base de clientes, ouvindo o que estes últimos contam sobre si mesmos.

Para quem tatua aquela marca ou aquela banda (ou ambas) significa que tem igualmente um vínculo com outras pessoas que partilham interesses e valores comuns. A tatuagem também é isso, é passar uma mensagem de que se pertence a uma comunidade única e de siginificado impactante e aspiracional. Só "passa a mensagem" quem pode e não quem quer. Cada vez mais cepticos quase em relação a tudo as pessoas necessitam de acreditar em algo. Eles precisam de sentir que pertencem um grupo onde as marcas não os tratam como meros consumidores mas como fãs. Já que são estes que no actual cenário comunicacional e de cepticismo permanente defendem as suas marcas, promovem-nas de uma forma autêntica e por consequência fiável, soando sempre a novo já que outros fãs se revêem nessa promoção e defesa da marca. Eles, os fãs, são igualmente um garante nestes tempos de instabilidade económica já que personificam um suporte de comunicação altamente positivo e de potencial influenciador.
Para quem tatua aquela marca ou aquela banda (ou ambas) recorda que no inicio quando abriu os cordões à bolsa, que nada acabou por aí, muito pelo contrário, esse gesto foi o começo de uma relação bidirecional e de investimento mutuo. As marcas que entenderem isto não vão continuar a gastar tempo, dinheiro e recursos a tentar meter o Rossio na Rua da Bestesga de modo a converterem aqueles que não querem ser convertidos mas sim a fidelizar aqueles que estão sempre junto das suas marcas, promovendo-as, defendendo-as, consumindo-as e até tatuando-as. Sim… tatuando-as, aparecam no Tattoo&Rock Festival nos dias 2,3, e 4 de Novembro na Lx Factory e comprovem porque é que 2013 será o ano dos Fãs.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012