segunda-feira, 12 de novembro de 2012
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
8ª CONVENÇÃO INTERNACIONAL//TATTOO&ROCK FESTIVAL - +1 SUCESSO BRANDS LIKE BANDS
- Reportagem
em directo para o Telejornal//RTP1 (carregue no link, por favor)
- Reportagem para o Jornal da Noite// SIC (em
baixo)
domingo, 28 de outubro de 2012
RESUMO DA IVª CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS (C/ AUDIO)
A conferência Brands like Bands abordou a difusão de marcas através de músicas, o estado da cultura portuguesa e a redução de investimentos na indústria musical.
"Uma banda associada a uma marca atribui um vínculo emocional que permite captar uma maior atenção do consumidor". Quem o diz é Fernando Gaspar Barros, moderador do debate que contou com a participação de algumas personalidades portuenses. No entanto, para Manuela Azevedo dos Clã, a música e a publicidade não nasceram juntas. Para a artista, a música sobreviveu a várias "idades do geloidades do gelo
".
As bandas têm vantagens em estar associadas a marcas, mas segundo Vasco Espinheira, deve existir uma coerência entre as duas entidades. A relação que as une vai mais além da questão monetária. De acordo com o membro dos Blind Zero trata-se mais de uma questão de comunicaçãocomunicação
. "Tem de haver uma relação de verdade e simplicidade entre a banda e a marca", disse.
Hélder Gonçalves, dos Clã, lembra que os músicos não se devem deixar levar pela visibilidade que os anúncios publicitários lhes oferecem. O sucesso depende, segundo o artista, da identidade musicalidentidade
musical e pessoal que caracteriza a banda.
Na conferência, que decorreu durante a tarde de ontem na Biblioteca Almeida Garret, houve também espaço para debater o estado da cultura portuguesa. Os oradores chamaram a atenção para o facto do advento da internet lhes ter trazido mais visibilidade mas menos lucro. Os downloads e as visualizações dos videoclips substituiram a tradicional compra de cds - a maior fonte de rendimento dos artistas.
Ainda que não haja solução à vista para este problema, Daniel Deusdado da Farol de Ideias, propõe a criação de micropagamentosmicropagamentos
, onde os consumidores tenham liberdade para pagar o que entendem por determinada música. "Só assim as pessoas darão valor à cultura", diz.
Mesmo assim, os artistas presentes na conferência asseguram que a cultura nunca vai acabar. Para eles, o importante é fazer aquilo que gostam seja num estádio a "abarrotar de gente" seja nos corredores do metro. Créditos: JPN (Jornalismo Porto Net)
terça-feira, 23 de outubro de 2012
ENTREVISTA BRIEFING À BRANDS LIKE BANDS. O SEXO, DROGAS E ROCK 'N' ROLL VEIO À CONVERSA!
A música é um
suporte de comunicação altamente positivo e com potencial influenciador
interessante para as marcas. Afinal, toda a gente gosta de música, mas nem toda
a gente gosta de publicidade… A opinião é de Fernando Gaspar Barros,
organizador da conferência Brands Like Bands, cuja quarta edição decorre hoje
no Porto.
Em entrevista ao Briefing, Fernando Gaspar Barros analisa a relação entre as bandas e as marcas numa ótica de marketing e comunicação:
FGB |Todos nós, para além dos aspetos racionais, possuímos uma forte influência emocional nas nossas escolhas. As experiências emocionais e envolventes em concertos ou festivais ocorrem como resposta à participação nesses eventos, que resultam do encontro e da vivência dos fãs e de sinergias mantidas com as bandas e com as marcas nesses espaços. E que durante esse período vão ficando registadas de forma positiva na mente e no coração, sendo comentadas durante semanas e recordadas durante anos. Este processo induz a posteriori convicções em termos racionais, onde as aquisições financeiras incorporam os valores partilhados entre marcas e bandas, comportando uma forte carga emocional sendo os preços concernentes com o valor percecionado da experiência obtida, experiências essas onde as marcas querem estar presentes com uma posição relevante e impactante sem serem intrusivas.
Briefing | Qual o potencial das “bands” para as “brands”? E vice-versa?
FGB | O "Sex & Drugs & Rock & Roll" de Ian Dury é uma música que tenta ao longo dos anos definir a música e mais concretamente o Rock & Roll. Se por um lado esta atitude, em alguns casos, se mantém, por outro é cada vez mais visível que a música é um negócio, gerido pelos próprios músicos, onde existem parcerias a considerar, propriedade intelectual para proteger e um trabalho de gestão de marca de modo a manter o culto em torno das bandas, protagonizado pelos fãs, que são agentes promotores de um conjunto de valores e de partilha de experiências, sendo igualmente um suporte de comunicação altamente positivo e de potencial influenciador interessante para as marcas.
Briefing | Diria que a música é uma boa ferramenta de marketing? Está a ser devidamente explorada?
FGB | Toda a gente gosta de música, mas nem todos gostam de publicidade. Confrontados com clientes cada vez mais impacientes e inconstantes, algumas marcas foram-se voltando para a música de modo a envolver o público de uma forma mais eficaz e impactante. As estratégias passam por apostar em músicas inicialmente desconhecidas do grande público, que com essas mesmas campanhas dão posteriormente o salto do quase anonimato para uma cultura mainstream. Isto para que o público já neste último estágio associe de forma clara a música à marca.
Todavia, não obstante estas associações que as marcas fazem à música isso não significa que estas tenham uma identidade sonora própria, uma marca d’água distintiva e complementar a uma identidade visual, como acontece por exemplo com a Coca–Cola, McDonald’s ou em Portugal como faz o BES e o Pingo Doce. A esta marca d’agua chamamos Sonic Branding, onde se trabalha a identidade sonora da marca de modo a que esta seja um fenómeno promotor de fluxos de comunicação.
Em entrevista ao Briefing, Fernando Gaspar Barros analisa a relação entre as bandas e as marcas numa ótica de marketing e comunicação:
Briefing | Um músico ou um grupo musical são uma marca? Em que medida é que
possuem os atributos de outra marca qualquer?
Fernando Gaspar Barros | Um músico ou uma banda desenvolvem relações com o seu público através da música. As marcas existem para que as organizações possam fazer o mesmo: desenvolver relações. Os atributos que maximizam apelo de uma marca são os mesmos de uma banda - autenticidade, honestidade, integridade, (isto é, coerência entre palavras e ações), carisma, criatividade, assertividade, acessibilidade, paixão, confiança e originalidade. Cada banda e cada marca possuem uma combinação diferente destes atributos que agradará a pessoas diferentes, em momentos diferentes.
Fernando Gaspar Barros | Um músico ou uma banda desenvolvem relações com o seu público através da música. As marcas existem para que as organizações possam fazer o mesmo: desenvolver relações. Os atributos que maximizam apelo de uma marca são os mesmos de uma banda - autenticidade, honestidade, integridade, (isto é, coerência entre palavras e ações), carisma, criatividade, assertividade, acessibilidade, paixão, confiança e originalidade. Cada banda e cada marca possuem uma combinação diferente destes atributos que agradará a pessoas diferentes, em momentos diferentes.
Briefing |E tal como as outras marcas é o marketing que os diferencia ou
basta a qualidade do “produto”?
FGB | Em qualquer dos casos, marcas ou bandas, o marketing não deve terminar quando o consumidor puxa os cordões à bolsa. Esse gesto deve ser sempre o começo de uma relação bidirecional e de investimento mútuo, de modo a que as bandas e as marcas perdurem no tempo, não obstante as mais diversas revoluções tecnológicas, convulsões financeiras e exigência de resultados a curto prazo. O percurso de marcas e bandas como os Rolling Stones ou a Apple, entre outras, dá-nos sobre isso 12 lições:
1. Criar uma relação emocional com os seus clientes e alimentando-a ao longo do tempo;
2. Construir fidelização à marca;
3. Manter-se fresco no mercado mas fiel ao som e força do seu núcleo de apoio;
4. Evoluir a um ritmo que não aliene a sua base de fãs;
5. Centrar-se em toda a experiência e não apenas ao nível do produto;
6. Desenvolver talento continuamente;
7. Criar expectativas realísticas;
8. Relacionar a sua mensagem com a sua missão e com o seu público;
9. Transmitir energia e paixão – envolvendo o público;
10. Definir a marca por mais do que só um produto; incluir os atributos funcionais e emocionais da marca;
11. Resistir a tentação de sobre-exposição;
12. Capacitar os fãs para ajudar a sua marca a tornar-se e manter-se bem sucedida no mercado.
Briefing | E as outras marcas, gostam destas? Como se promove o encontro
entre ambas? FGB | Em qualquer dos casos, marcas ou bandas, o marketing não deve terminar quando o consumidor puxa os cordões à bolsa. Esse gesto deve ser sempre o começo de uma relação bidirecional e de investimento mútuo, de modo a que as bandas e as marcas perdurem no tempo, não obstante as mais diversas revoluções tecnológicas, convulsões financeiras e exigência de resultados a curto prazo. O percurso de marcas e bandas como os Rolling Stones ou a Apple, entre outras, dá-nos sobre isso 12 lições:
1. Criar uma relação emocional com os seus clientes e alimentando-a ao longo do tempo;
2. Construir fidelização à marca;
3. Manter-se fresco no mercado mas fiel ao som e força do seu núcleo de apoio;
4. Evoluir a um ritmo que não aliene a sua base de fãs;
5. Centrar-se em toda a experiência e não apenas ao nível do produto;
6. Desenvolver talento continuamente;
7. Criar expectativas realísticas;
8. Relacionar a sua mensagem com a sua missão e com o seu público;
9. Transmitir energia e paixão – envolvendo o público;
10. Definir a marca por mais do que só um produto; incluir os atributos funcionais e emocionais da marca;
11. Resistir a tentação de sobre-exposição;
12. Capacitar os fãs para ajudar a sua marca a tornar-se e manter-se bem sucedida no mercado.
FGB |Todos nós, para além dos aspetos racionais, possuímos uma forte influência emocional nas nossas escolhas. As experiências emocionais e envolventes em concertos ou festivais ocorrem como resposta à participação nesses eventos, que resultam do encontro e da vivência dos fãs e de sinergias mantidas com as bandas e com as marcas nesses espaços. E que durante esse período vão ficando registadas de forma positiva na mente e no coração, sendo comentadas durante semanas e recordadas durante anos. Este processo induz a posteriori convicções em termos racionais, onde as aquisições financeiras incorporam os valores partilhados entre marcas e bandas, comportando uma forte carga emocional sendo os preços concernentes com o valor percecionado da experiência obtida, experiências essas onde as marcas querem estar presentes com uma posição relevante e impactante sem serem intrusivas.
Briefing | Qual o potencial das “bands” para as “brands”? E vice-versa?
FGB | O "Sex & Drugs & Rock & Roll" de Ian Dury é uma música que tenta ao longo dos anos definir a música e mais concretamente o Rock & Roll. Se por um lado esta atitude, em alguns casos, se mantém, por outro é cada vez mais visível que a música é um negócio, gerido pelos próprios músicos, onde existem parcerias a considerar, propriedade intelectual para proteger e um trabalho de gestão de marca de modo a manter o culto em torno das bandas, protagonizado pelos fãs, que são agentes promotores de um conjunto de valores e de partilha de experiências, sendo igualmente um suporte de comunicação altamente positivo e de potencial influenciador interessante para as marcas.
Briefing | Diria que a música é uma boa ferramenta de marketing? Está a ser devidamente explorada?
FGB | Toda a gente gosta de música, mas nem todos gostam de publicidade. Confrontados com clientes cada vez mais impacientes e inconstantes, algumas marcas foram-se voltando para a música de modo a envolver o público de uma forma mais eficaz e impactante. As estratégias passam por apostar em músicas inicialmente desconhecidas do grande público, que com essas mesmas campanhas dão posteriormente o salto do quase anonimato para uma cultura mainstream. Isto para que o público já neste último estágio associe de forma clara a música à marca.
Todavia, não obstante estas associações que as marcas fazem à música isso não significa que estas tenham uma identidade sonora própria, uma marca d’água distintiva e complementar a uma identidade visual, como acontece por exemplo com a Coca–Cola, McDonald’s ou em Portugal como faz o BES e o Pingo Doce. A esta marca d’agua chamamos Sonic Branding, onde se trabalha a identidade sonora da marca de modo a que esta seja um fenómeno promotor de fluxos de comunicação.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
IVª. CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS – OBRIGADO, PORTO!
Muito obrigado para aqueles que
contribuiram para uma das melhores conferências Brands Like Bands, de sempre! O
nosso sincero agradecimento ao painel, que esteve na nossa mesa-redonda, ao
público, a todos os nossos parceiros, onde incluímos também a Profitecla, que
tornaram um dos nossos desejos realidade, em irmos ao Porto com a Conferência
Brands Like Bands, que foi, como prevíamos, uma aposta ganha. Estamos a
trabalhar para 2013.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
INSCRIÇÕES PARA A IVª CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS (MUITO IMPORTANTE)
Todas as inscrições feitas
a partir desta hora só poderão ser efectuadas no próprio espaço (Auditório da
Biblioteca Municipal Almeida Garrett) no balcão de « Inscrições de última hora».
A entrada para o evento é feita através dos jardins do Palácio de Cristal.
Estamos à vossa espera. São todos bem-vindos. Até já.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
«JÁ OUVISTE ISTO?» ARTIGO DA BRANDS LIKE BANDS PARA A MEIOS & PUBLICIDADE SOBRE O TEMA CENTRAL DA IVª CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS
Um
dos muitos prazeres que temos desde sempre com a música é a oportunidade de a
podermos partilhar, o que acontece desde os tempos do vinyl quando as pessoas
se juntavam em casa de alguém para ouvir as últimas novidades e que a Portugal
chegavam sempre com largos meses de atraso. Mas mesmo sem ser necessário recuar
tantos anos, quantos de nós é que nunca ouviram ou disseram: «Já ouviste isto?
Tens que ouvir…» E passávamos posteriormente à apresentação e à partilha.
Conheci muitas bandas através de pen friends onde partilhavamos cassetes. E foi
assim que conheci bandas como os Green Day e outras bandas igualmente
provenientes do circuito punk californiano, que se tornaram, com o passar dos
anos, multi-platinadas, vencedoras de Grammys e prémios da MTV. A excitação era
enorme e a recomendação era natural.
A
música é e será sempre algo valorizado e preservado pelas pessoas que a ouvem.
Não sendo de modo algum diferente quando uma marca quando dá ao consumidor a
oportunidade de experimentar um produto ou serviço. A música deu-nos sempre
esta pista onde qualquer produto para além de ter o seu valor acrescentado deve
ser igualmente recomendável.
Nesta
era digital torna-se cada vez mais decisivo as marcas assumirem este
comportamento de viverem a vida do seu público, em olhar para fora das suas
quatro paredes, em estar na rua, garantindo que pertencem ao tempo em que
vivem, percebendo o que se passa à sua volta, procurando inspiração no mundo
real, tal como acontece com qualquer banda de sucesso. É na rua que se sentem
as tendências e as mudanças. Mas é importante após essa auscultação assumir a
direcção. As marcas tal como as bandas só têm seguidores se estiverem um passo
à frente, entusiasmando por isso o seu público externo e interno. Criando fãs,
pessoas que partilham a mesma paixão, desfrutando experiências que os fazem
sentir parte de algo incrível. É é esta envolvência que, no caso das bandas,
faz com que a compra não seja um fardo, porque incorporam os valores da banda,
comportando uma forte carga emocional. Sendo também o preço concernente com o
valor percepcionado da experiência obtida.
É esta ligação entre bandas
e fãs que faz com que as marcas se aliem cada vez mais à música, sem os
controlar ou inundá-los com programas ou mensagens de marketing indesejados. É
nessa altura que as marcas podem entrar no quarto e/ou na sala do seu público,
ouvindo música juntos, permitindo-lhes espalhar a mensagem da marca de forma
autêntica, significativa, relevante, em toda parte e nos termos definidos pelos
próprios consumidores. «Já ouviste isto? Tens que ouvir…» Artigo Meios & Publicidade, Fernando Gaspar Barros - Brands Like Bands/Empresas Rock
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
HÉLDER GONÇALVES, MANUELA AZEVEDO DOS CLÃ E JÚLIO MAGALHÃES, DIRECTOR GERAL DO PORTO CANAL NA IVª CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS
Manuela Azevedo e Hélder Gonçalves fundadores de
uma das bandas mais entusiasmantes de Portugal, os Clã e Júlio Magalhães, nome incontornável da
Comunicação em Portugal, ex-director de informação da TVI, actualmente director-geral
do Porto Canal vão estar presentes na mesa-redonda da IVª Conferência Brands
Like Bands, a realizar dia 16 no Porto. As inscrições ainda estão abertas. + info: amarcax@gmail.com. Apareçam! São todos
bem-vindos.
sábado, 6 de outubro de 2012
BRANDS LIKE BANDS NA ANTENA 3 (7 DE OUTUBRO)
Vamos estar amanhã (7 de Outubro) na
Antena 3 entre as 17 e as 19 horas, para falar sobre a IVª Conferência Brands
Like Bands, que se vai realizar no Porto, já no próximo dia 16. Xutos &
Pontapés, Legendary Tiger Man, Rolling Stones, Beatles e outras marcas e bandas
vão marcar presença na conversa. Sintonizem…
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
DEPOIS DO MARKETING DE GUERILHA OS ROLLING STONES INVENTAM O GORILLA MARKETING
Cinco continentes, 50
cidades e mais de 3000 locais de todo o mundo, incluindo o Big Ben, em Londres,
o Empire State em Nova Iorque, o Skytree em Tóquio estão a ser invadidos por um
“King Kong” em 3D, inspirado em GRRR! , o novo álbum dos Rolling Stones,
que será lançado a 12 de novembro e que servirá
igualmente para comemorar os 50 anos da banda.
Durante as próxima
semanas, os fãs dos Stones de todo o mundo estão convidados a fazer o download gratuito
do aplicativo uView, em preparação para o anúncio de GRRR! e tirar fotografias das animações 3D do gorila
e partilhá-los via Twitter @ RollingStones ou enviar para grrr@rollingstones.com. Não obstante os 50
anos dos Rolling Stones, este uso pioneiro da tecnologia móvel garante uma vez mais a reputação da banda no que à inovação e criatividade diz respeito. Velhos são os trapos. GRRR!
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
PASSATEMPO BRANDS LIKE BANDS | GUESS WHAT - REGRAS DE PARTICIPAÇÃO
Em parceria com a Guess What queremos lançar-te um desafio:
Junta os elementos Música e Megafone num vídeo criativo, com potencial para se
tornar viral, para promover a IV Conferência BLB. O autor do vídeo com mais
views no YouTube irá colaborar com a Guess What na área da Comunicação Viral.
> Os vídeos a concurso
deverão ter a duração máxima de 45 segundos;
> Os participantes devem
fazer upload no YouTube com o nome “Concurso Guess What e Brands Like Bands
2012”;
> Depois de fazer upload
do vídeo, os participantes devem enviar um email com link nome, idade,
profissão e contacto telefónico para nsilva@guesswhatpr.com;
> Todos os vídeos serão
partilhados na FB Page do BLB e da GW no prazo de 24 horas (com exceção de fins
de semana e feriados); Os participantes são livres de partilhar através dos
seus canais e redes de contactos;
> Prazo de participação: serão admitidos a
passatempo os vídeos cujos links sejam recebidos até dia 12 de outubro, às
12h00 através do email nsilva@guesswhatpr.com;
> O vencedor será eleito com base o número de Views
no Youtube mas serão descontados os Dislikes nesta rede;
> O vencedor irá integrar a rede de talentos em
Comunicação Viral da Guess What para colaborar com projetos nesta área.
Queres subir ao palco?
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