sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

ABRIU A CAÇA AOS PINK FLOYD…


Bem, não exactamente aos Pink Flyd mas sim aos cartazes promocionais dos 14 álbuns lançados pela banda de Roger Waters. A “caça” faz parte da campanha de relançamento dos álbuns dos Pink Floyd com versões remasterizadas.

Para entrar nesta competição, os fãs precisam tirar uma foto com os cartazes e fazer o upload da foto para o site do concurso criado para o efeito. Entretanto os Pink Floyd lançaram seu primeiro aplicativo, This Day In Pink Floyd, que contem 160 músicas.

Nascidos em 1965 os Pink Floyd mostram mais uma vez que velhos são os trapos sendo igualmente transversais a várias gerações.

CHRISTMAS PLAYLIST FROM HELL – AS MÚSICAS QUE MAIS DETESTAS NO NATAL


A Immedia perguntou aos consumidores do Reino Unido quais as são músicas que não querem ouvir mais neste Natal. «In Blobby Land» de Mr Blobby, está no topo desta lista denominada como «Christmas Playlist From Hell» logo seguido por Justin Bieber e o seu tema «Mistletoe» e «Stille Nacht» de David Hasselhoff, o homem das séries «Kitt» e «Marés Vivas».

Nesta lista constam ainda «Another Rock and Roll Christmas» de Gary Glitter, «The Spirit Of Christmas Past» dos S Club 7 e «21st Century Christmas» de Cliff Richard. São músicas que se ouvem principalmente em qualquer retalhista nesta altura do ano. O estudo revela que os adultos acham Bieber bastante irritante, ao contrário das crianças (meninas) entre os 10-14 anos, a quem basta o jovem canadiano colocar «Boa noite» nas redes sociais que recebe cerca de 29.000 respostas.

Isto faz com que principalmente as lojas electrónicas de retalho no Reino Unido devam considerar em tirar Bieber das suas playlists mas mantendo-o ou colocando-o apenas em lojas de acessórios e de moda para adolescentes, aconselha a Immedia.

Vicky Willliamson, explica que a exposição à música aumenta o nosso bem-estar, as músicas de Natal não são excepção. Todavia, quanto mais ouvimos, de forma repetitiva, todos os dias as mesmas músicas, que não são escolhidas por nós dá-se o ‘Mere Exposure Effect’, ou seja, aquilo que poderia tornar-se agradável poder-se-á tornar, de forma natural, extremamente irritante.

SIMPLICIDADE, A MAIOR LIÇÃO DOS FOO FIGHTERS.

Foto retirada da “Torre do Tombo” da Brands Like Bands

«Se não fossem vocês, não estávamos cá. Devemo-vos tanto. Cuidem bem de vocês, vemo-nos por aí». É desta forma que Dave Grohl termina a carta de agradecimento aos fãs, colocando estes no centro de tudo o que se passou de espectacular em 2011 para os Foo Fighters. Ao contrário do que se passa com muitas bandas e marcas esta não é uma acção pro-form ou bajuladora, mas sim uma acção feita por alguém que sabe que jamais algo de grandioso poderia ser alcançado sem entusiasmo e paixão e sem uma filosofia centrada nos fãs (fãs ≠ consumidores).

Agindo com inteligência e flexibilidade, com capacidade de conquista, sempre com muita energia e serenidade, a principal lição de Dave Grohl e dos Foo Fighters é tratarem os outros como gostariam de ser tratados, com respeito, de forma equilibrada, sem subserviência e sem altivez. Parece simples, mas a simplicidade não significa abstinência ou ausência de estratégia.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

O MUNDO ESTÁ A COMEÇAR A MUDAR.


• Mike Duke, CEO da Wal-Mart, vai viver este Natal com o salário de um repositor da empresa que ele próprio dirige;

• Jim Skinner, CEO da McDonald’s, vai comer durante um mês a sua própria fast food;

• Os executivos do Bank of America foram vistos fora do edificio central do Banco a falar com vários clientes insatisfeitos.

- Os post-its são da autoria de alguns dos participantes na IIIª Conferência Brands Like Bands

MAXIMUM ROCK N' ROLL (MARTIN SCORSESE)

«After 22 movies, five commercials, 13 documentaries, a handful of music videos, three children, five wives, and 25 studios; after insolvency and misery, after box-office failures and years of going unappreciated; after the one Oscar and all the others he should have won, Marty Scorsese has earned the right that every creative person dreams of: the right never to be bored.» Martin Scorsese na Fast Company deste mês.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

«FOR THOSE ABOUT ROCK.» O PODER DA MARCA AC/DC.

Podemos escrever o que quisermos com a fonte que os AC/DC usam, que qualquer pessoa no mundo que goste Rock n’ Roll vai identificar, quase automaticamente, a banda de Brian Johnson e Angus. Um teste? Os nossos olhos vêem AD/DY (entrega dos prémios de publicidade para agências em Charlotte/EUA) mas na verdade a nossa mente lê AC/DC. Apenas ao alcance de poucas marcas no mundo… Um dos segredos para tal está aqui no link!

OS MAIS RICOS NO SUNDAY TIMES (PAUL MACCARTNEY + AMY WINEHOUSE)



A publicação da lista sobre os mais ricos do mundo já é um clássico nesta altura do ano para o Sunday Times. Este ano para o efeito, o jornal produziu um interessante trabalho gráfico para complementar aquilo que poderia ser uma leitura a priori desiteressante, destacando a imagem de marca destas celebridades e a evolução das suas carreiras e riqueza, com respectivos altos e baixos.
A mítica guitarra baixo de Paul McCarney e o cabelo da já saudosa Amy Winehouse são um bom exemplo disso mesmo… Pede-se um encore ao Sunday Times.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

MAXIMUM ROCK N' ROLL (PARABÉNS, METALLICA)


"Somos uma exportação americana tal qual a Coca Cola. Procuramos os melhores mercados para tocar." Cliff Burnstein, manager dos Metallica, ao Wall Street Journal. Esta marca americana comemora hoje as suas 30 primaveras. Parabéns, Metallica.