quarta-feira, 16 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
IGGY PUNKONOOSSAURAUS POP
Julgámos sempre que alguma marca de champôs se associasse a Iggy Pop (podem ver na foto o porquê) mas foi Paço Rabanne a sua fragância Black XS L´Excès que se quis aliar à vida de execessos deste punk – rocker da velha guarda (também ver na foto).
O perfume será lançado em Janeiro e o filme da campanha será realizado por Jonas Akerlund, que assinou clipes como Ray of Light, de Madonna, Telephone, de Lady Gaga, e o recente Girl Panic, dos Duran Duran. Com uma segmentação tribal e comportamental, Paco Rabanne partiu a loiça toda e vai ganhar com isso. Cá estaremos em Janeiro...
O perfume será lançado em Janeiro e o filme da campanha será realizado por Jonas Akerlund, que assinou clipes como Ray of Light, de Madonna, Telephone, de Lady Gaga, e o recente Girl Panic, dos Duran Duran. Com uma segmentação tribal e comportamental, Paco Rabanne partiu a loiça toda e vai ganhar com isso. Cá estaremos em Janeiro...
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
O QUE TÊM EM COMUM A APPLE E OS XUTOS & PONTAPÉS?
Entre várias coisas, para além de serem provenientes da Garageland têm igualmente o poder de uma palavra.
«Jobs propôs Apple Computer. Tinha acabado de vir da poda e as maçãs eram grande parte da sua dieta. Além disso, o nome colocava-os antes de Atari na lista telefónica, o que era um grande bónus. E ficou Apple.» Steve Jobs: a biografia autorizada
«A marca Xutos é um exemplo do poder de uma palavra. Nasceu em 1985, ano de eleições, segundo os próprios, o X apelaria ao voto; as cinco letras do nome, segundo o seu Gut Feeling, davam-lhes sorte e, para além disso, garantiam-lhes um lugar de destaque no dicionário de bandas que tinham consultado e onde existiam poucas começadas por X.» Carlos Coelho, Ivity, no prefácio do livro Brands Like Bands «A Marca X – Um Tributo à Fiudelização»
«Jobs propôs Apple Computer. Tinha acabado de vir da poda e as maçãs eram grande parte da sua dieta. Além disso, o nome colocava-os antes de Atari na lista telefónica, o que era um grande bónus. E ficou Apple.» Steve Jobs: a biografia autorizada
«A marca Xutos é um exemplo do poder de uma palavra. Nasceu em 1985, ano de eleições, segundo os próprios, o X apelaria ao voto; as cinco letras do nome, segundo o seu Gut Feeling, davam-lhes sorte e, para além disso, garantiam-lhes um lugar de destaque no dicionário de bandas que tinham consultado e onde existiam poucas começadas por X.» Carlos Coelho, Ivity, no prefácio do livro Brands Like Bands «A Marca X – Um Tributo à Fiudelização»
Etiquetas:
Brands Like Bands,
Xutos & Pontapés
terça-feira, 8 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
«KEEP THE FAITH, KEEP THE FAITH, KEEP THE FAITH, LORD WE GOT TO KEEP THE FAITH»
Com o claim "Onde a esperança é deliciosa." Jon Bon Jovi abriu recentemente o restaurante «The Soul Kitchen”, após ter sido informado de que um em cada seis americanos se deitava com fome. O restaurante fica em New Jersey junto ao Count Basie Theater, onde os Bon Jovi têm feito alguns concertos de beneficência. «Isto não é a sopa dos pobres» refere JBJ.
Não há preços listados no menu, apenas uma doação sugerida de 10 dólares por refeição. Os que não podem pagar podem doar seu tempo, os voluntários são bem-vindos. O trabalho voluntário ganha um certificado que pode ser trocado por uma refeição no The Soul Kitchen.
O paradigma da década 90 onde os músicos de dimensão planetária apostavam em projectos como Planet Hollywood mudou completamente e Jon Bon Jovi e outros músicos igualmente reconhecidos em todo mundo confirmam cada vez mais essa tendência.
Não há preços listados no menu, apenas uma doação sugerida de 10 dólares por refeição. Os que não podem pagar podem doar seu tempo, os voluntários são bem-vindos. O trabalho voluntário ganha um certificado que pode ser trocado por uma refeição no The Soul Kitchen.
O paradigma da década 90 onde os músicos de dimensão planetária apostavam em projectos como Planet Hollywood mudou completamente e Jon Bon Jovi e outros músicos igualmente reconhecidos em todo mundo confirmam cada vez mais essa tendência. quinta-feira, 3 de novembro de 2011
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
ESCREVEMOS EM 2008, FOI LANÇADO EM 2009, E POUCO OU NADA MUDOU DESDE ENTÃO...
Começámos assim «A Marca X – Um Tributo à Fidelização», que contou com os contributos de Jorge Sampaio (Presidente da República Portuguesa 1996-2006), Comendador Rui Nabeiro (Grupo Delta Cafés), Prof. António Câmara (CEO Ydreams), Carlos Coelho (CEO Ivity Brand Corp.), Pedro Miguel Ramos (CEO Grupo Amo.te), António Eusébio (CEO Sumol+Compal).
«Crise foi a palavra de ordem durante 2008, que foi, assumidamente, o ano de todas as crises. Por todo o lado se fez ouvir, e foi sentida.
2009, infelizmente, acordou da mesma forma. Dia após dia teima em continuar e parece que se faz sentir, cada vez com maior intensidade. Este é mais um dia em que se fala na crise, com repercussões acentuadas na vida de cada um de nós: declarações de falência ou despedimentos em massa, em nome da reestruturação económica e financeira. Subida de preços, baixo poder de compra, endividamento das famílias, a quebra do PSI 20 (Portuguese Stock Índex – principal índice da bolsa portuguesa Euronext Lisboa) etc., etc. Tudo intercalado com anúncios de manifestações e de greves.
A vida vai torta, e tem sido assim, sempre com o alerta de que esta crise está para durar, e que este ano vai ser, novamente, um ano difícil. Um aviso sempre empacotado com um discurso traduzido de Wall Street, o epicentro da crise, por quem não passou, passa ou passará por qualquer crise. Simplesmente como se nos dissessem: “Paciência, vocês vão ter de aguentar!”.
Esta crise financeira traz, inevitavelmente, agregada uma crise social. As estatísticas do Eurostat9 comprovam a subida da taxa de desemprego um pouco por toda a Europa e relatórios independentes, nomeadamente da Organização Internacional do Trabalho, enfatizam o fosso cada vez maior entre os que ganham mais e os que ganham menos, indicando que uma parte importante dos custos da actual crise irá recair sobre as pessoas que não beneficiaram do crescimento económico dos últimos anos.
Parece que voltámos a 1977, altura em que a banda inglesa Sex Pistols declarou “No Future”. Como se não tivéssemos, actualmente, outra solução se não a de continuarmos à frente da televisão, assistindo aos contrastes entre o real e o surreal.» Livro Brands Like Bands «A Marca X – Um Tributo à Fidelização.»
«Crise foi a palavra de ordem durante 2008, que foi, assumidamente, o ano de todas as crises. Por todo o lado se fez ouvir, e foi sentida.
2009, infelizmente, acordou da mesma forma. Dia após dia teima em continuar e parece que se faz sentir, cada vez com maior intensidade. Este é mais um dia em que se fala na crise, com repercussões acentuadas na vida de cada um de nós: declarações de falência ou despedimentos em massa, em nome da reestruturação económica e financeira. Subida de preços, baixo poder de compra, endividamento das famílias, a quebra do PSI 20 (Portuguese Stock Índex – principal índice da bolsa portuguesa Euronext Lisboa) etc., etc. Tudo intercalado com anúncios de manifestações e de greves.
A vida vai torta, e tem sido assim, sempre com o alerta de que esta crise está para durar, e que este ano vai ser, novamente, um ano difícil. Um aviso sempre empacotado com um discurso traduzido de Wall Street, o epicentro da crise, por quem não passou, passa ou passará por qualquer crise. Simplesmente como se nos dissessem: “Paciência, vocês vão ter de aguentar!”.
Esta crise financeira traz, inevitavelmente, agregada uma crise social. As estatísticas do Eurostat9 comprovam a subida da taxa de desemprego um pouco por toda a Europa e relatórios independentes, nomeadamente da Organização Internacional do Trabalho, enfatizam o fosso cada vez maior entre os que ganham mais e os que ganham menos, indicando que uma parte importante dos custos da actual crise irá recair sobre as pessoas que não beneficiaram do crescimento económico dos últimos anos.
Parece que voltámos a 1977, altura em que a banda inglesa Sex Pistols declarou “No Future”. Como se não tivéssemos, actualmente, outra solução se não a de continuarmos à frente da televisão, assistindo aos contrastes entre o real e o surreal.» Livro Brands Like Bands «A Marca X – Um Tributo à Fidelização.»
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
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