sexta-feira, 28 de outubro de 2011

ESCREVEMOS EM 2008, FOI LANÇADO EM 2009, E POUCO OU NADA MUDOU DESDE ENTÃO...


Começámos assim «A Marca X – Um Tributo à Fidelização», que contou com os contributos de Jorge Sampaio (Presidente da República Portuguesa 1996-2006), Comendador Rui Nabeiro (Grupo Delta Cafés), Prof. António Câmara (CEO Ydreams), Carlos Coelho (CEO Ivity Brand Corp.), Pedro Miguel Ramos (CEO Grupo Amo.te), António Eusébio (CEO Sumol+Compal).

«Crise foi a palavra de ordem durante 2008, que foi, assumidamente, o ano de todas as crises. Por todo o lado se fez ouvir, e foi sentida.
2009, infelizmente, acordou da mesma forma. Dia após dia teima em continuar e parece que se faz sentir, cada vez com maior intensidade. Este é mais um dia em que se fala na crise, com repercussões acentuadas na vida de cada um de nós: declarações de falência ou despedimentos em massa, em nome da reestruturação económica e financeira. Subida de preços, baixo poder de compra, endividamento das famílias, a quebra do PSI 20 (Portuguese Stock Índex – principal índice da bolsa portuguesa Euronext Lisboa) etc., etc. Tudo intercalado com anúncios de manifestações e de greves.

A vida vai torta, e tem sido assim, sempre com o alerta de que esta crise está para durar, e que este ano vai ser, novamente, um ano difícil. Um aviso sempre empacotado com um discurso traduzido de Wall Street, o epicentro da crise, por quem não passou, passa ou passará por qualquer crise. Simplesmente como se nos dissessem: “Paciência, vocês vão ter de aguentar!”.

Esta crise financeira traz, inevitavelmente, agregada uma crise social. As estatísticas do Eurostat9 comprovam a subida da taxa de desemprego um pouco por toda a Europa e relatórios independentes, nomeadamente da Organização Internacional do Trabalho, enfatizam o fosso cada vez maior entre os que ganham mais e os que ganham menos, indicando que uma parte importante dos custos da actual crise irá recair sobre as pessoas que não beneficiaram do crescimento económico dos últimos anos.

Parece que voltámos a 1977, altura em que a banda inglesa Sex Pistols declarou “No Future”. Como se não tivéssemos, actualmente, outra solução se não a de continuarmos à frente da televisão, assistindo aos contrastes entre o real e o surreal.» Livro Brands Like Bands «A Marca X – Um Tributo à Fidelização.»

REPORTAGEM DA SOL TV SOBRE A IIIª CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS, NO BES ARTE & FINANÇA.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A POST-IT WALL DA IIIª CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS

No final da Conferência o público e os oradores preencheram a Post-it Wall...










«A REVOLUÇÃO EM MOMENTOS DE CRISE», IIIª CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS, JORNAL I

(clique na imagem para ampliar)

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

STEVE JONES (BRAND LIKE A ROCK STAR) SOBRE A IIIª CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS.

«Being invited to take part in Brands Like Bands 2011 is a tremendous honor. I am looking forward to the opportunity to help businesses become stronger by learning the strategies employed by the legends of rock n roll!» Steve Jones, Brand Like a Rock Star.

KISS: THE BAND & THE BRAND

ALINHAMENTO DA IIIª CONFERÊNCIA BRANDS LIKE BANDS (21 DE OUTUBRO - BES ARTE & FINANÇA)


- 14.00 Recepção das inscrições;
- 14.30 Actuação dos Toca Rufar;
- 15.00 Apresentação da IIIª Conferência Brands Like Bands e dos seus oradores;
- 15.05 Steve Jones (Keynote via Canadá);
- 15.30 Painel de debate e intervenção do público, com;

Carlos Coelho (Ivity) - Jwana Godinho (Música no Coração) - Diogo Dias (MTV/ Klepht) - Miguel Muñoz Duarte (iMatch/Ignite Portugal) - Renato Póvoas (Guess What/ Id. Digital)

- 18.00 Rufar ao Futuro - Notas finais