Volvidos quase dois anos, o Ignite Portugal é hoje um evento de amplitude nacional com referências sólidas a valores como esperança e perseverança, solidariedade e criatividade. É onde a liberdade de expressão ganha dimensões únicas pela sua inspiração. Tudo isto, e mais o beer breack, seriam argumentos mais do que suficientes para marcar presença hoje, a partir das 18.30, no grande auditório do ISCTE. Se não bastasse isto tudo a figura do momento, Paulo Futre, vai ter também o seu momento em cima da já mítica palete do Ignite Portugal.
«Kurt Cobain não era preguiçoso. Viemos para Seattle e gravámos uma demo. O Kurt ganhou dinheiro para isso. Trabalhou como contínuo e fazia o turno da noite. Basicamente, limpava casas de banho, foi assim que pagámos aquela demo. Ele trabalhava no duro. Era um artista esforçado, excelente em tudo o que gostava de fazer", declarou Kris Novoselic sobre Kurt Cobain, na exposição Nirvana: Taking Punk to the Masses. Já dizia David Ogilvy que «qualquer idiota sabe fazer um negócio, mas é preciso génio fé e perseverança para criar uma marca.
Mesmo com o anúncio das não medidas de José Sócrates - no intervalo do Barcelona - Real Madrid - e o anúncio das medidas da “troika” - no dia em que se decidia os finalistas da Liga Europa - ... «É disto que o meu povo gosta.» A grandeza do futebol!
A Saatchi & Saatchi lançou recentemente o Music Video Challenge, em parceria com a Vimeo e Moby, com o objectivo de descobrir novos talentos do cinema. O briefing é simples: interpretar e dar vida à ideia de "Hello, Future", sob a forma de um vídeo da música para uma das faixas do novo álbum de Moby: " Destroyed ". O vencedor será anunciado e o vídeo revelado no New Directors' Showcase de Cannes deste ano
Quando falamos dos Beatles falamos de quatro pessoas que quando começaram eram exactamente como qualquer um dos simples mortais, em que por exemplo tiveram numa das suas primeiras tournées uma camioneta onde faltava um pára brisas. E onde também antes de 1964 foram sucessivamente rejeitados pela Capitol Records, para terem a distribuição dos seus álbuns nos E.U.A.
Oriundos de Liverpool, onde havia mais de 300 bandas, no final dos anos 50 e inicio dos anos 60, os Beatles acabaram por nascer em Hamburgo, para ainda hoje serem um referencial não só para o mundo da música como para o mundo dos negócios de como construir uma marca e fazer perdurar a sua relevância mais de meio século depois do seu surgimento.
É isso que é revelado em “Come Together: The Business Wisdom of The Beatles.” onde Richard Courtney e George Cassidy não abordam apenas os sucessos mas também os fracassos de uma marca que prova que existe vida para além da morte.
Depois da nossa «A MARCA X – Um Tributo à Fidelização», lançado em 2009, mais um livro Brands Like Bands, altamente recomendável.
Com o sucesso de programas televisivos como o Miami e L.A. Ink o interesse em torno do mercado das tatuagens em Portugal tem crescido exponencialmente.
É neste enquadramento que a Brands Like Bands foi chamada para colaborar com a organização do Xtreme Ink de Faro, que se vai realizar mais concretamente no Pavilhão Afonso III nos dias 22, 23 e 24 de Abril.
Num fim-de-semana alargado, será a primeira vez que o Algarve irá acolher um evento do género, onde as principais atracções serão a música, as tatuagens e o skate.
Tendo em consideração este cenário, com a presença de várias bandas nacionais e conceituados tatuadores nacionais e internacionais, bem como a proximidade com Espanha, a organização prevê a adesão de vários milhares de pessoas durante os três dias do evento.
Esta semana temos a participação da nossa amiga Sofia Cortez que nos presenteou com este pertinente texto intitulado «A música vive sempre para além do tempo.» As portas continuam abertas...
«Os anos 60 do século XX foram provavelmente os anos com maior criação musical de sempre, foram seguramente dos mais marcantes da história da humanidade em vários contextos, não só na produção musical. Desse período perduram hoje bandas como os Rolling Stones, os Led Zeplin ou os Beatles, bandas que marcaram por completo o panorama musical para todas as outras que lhes seguiram. Por isso não é estranho que hoje, bandas como os Pearl Jam, U2 ou Greenday refiram-nas como referências e influências incontornáveis.
Quando retemos uma banda nas nossas vidas, começamos sempre por nos deixar levar pela música, por aquela música em particular, é sempre o nosso ponto de partida para um mundo novo que acabámos de descobrir.
Foi assim que começou a minha história com os Doors, também eles o resultado do boom musical dos anos 60! Casualmente, ouvi o som do “Light my Fire” a sair de uma janela, e a partir desse momento não parei mais até descobrir tudo sobre aquele som e a banda…foi o instante que marcou para sempre o inicio de uma forte ligação ao universo Doors. Naquele momento a música dos Doors passou a integrar a banda sonora da minha vida, marcou aquele Verão e marcou a minha vida ao longo dos últimos 20 anos.
Quero com isto demonstrar que a música tem uma energia e uma força que nos envolve, cria laços com os ouvintes, faz com que estes se sintam parte de uma família, são mais dos que meros ouvintes: são fãs. Incorporam o papel de defensores da sua música e de féis militantes que acompanham a banda em todos os seus passos e percurso. A explosão do rock e proliferação da produção musical conduziram a música a uma produção massiva e a ser vista como um elemento comercial.
Porém, as bandas que aprenderam capitalizar este factor, tiveram a possibilidade de viver dos rendimentos da sua arte e desempenharam um importante papel na difusão musical, enquanto elemento cultural, que no fundo é a base da criação artística, a produção de arte acessível e partilhada por todos.
Numa sociedade como a nossa em que estamos sempre com pressa para chegar a algum lado, para comprar, para nos informarmos sobre tudo e sobre todos, a música é dos poucos elementos que nos permite criar referências, que nos permite emocionar, amar, apaixonar por uma causa, torna-nos fiéis e tomamos como nosso o papel de zelo pelo sucesso do objecto de adoração, assumimos um compromisso. A partir do momento em que criamos estes laços, vamos procurar cuidar deles e garantir que se mantêm autênticos para não perdem a sua magia.
Deste modo, não é a era em que a música é produzida ou o seu estilo, mas o nosso envolvimento com ela que conduz à sua imortalidade. É a transmissão de um legado de geração em geração que faz, com que os Doors, os Beatles, Wagner, Maria Callas ou o Elvis, se mantenham vivos hoje, amanhã e daqui a 50 anos. A música que construíram e nos deixaram vive por si só, porque existirão sempre interessados nela, existirão fãs que continuarão a perpetuar a sua história com entusiasmo e paixão.
É por esse motivo que o meu envolvimento com os Doors, irá persistir. O para sempre fica-nos bem e aplica-se na perfeição. Começámos há 20 anos e vamos continuar até ao fim dos tempos…»
Quem o disse, já no século III A.C., foi um general romano em carta endereçada ao imperador, quando da conquista da Península Ibérica pelos romanos. Esse «povo estranho» viria a chamar-se Portugal.
Nuno Ribeiro, um grande amigo desta casa, para além de formador, consultor, responsável por projectos de coaching executivo e comercial, partner do projecto Abre a Cabeça tem agora um novo livro.
Depois dos sucessos de “ O fim da manipulação emocional” (2008) e “Freud explica King - Liderar com Inteligência Emocional e Social" (2009), surge agora "Aplausos que fazem chorar, um olhar por competências e incompetências da História". Este é um livro que cruza a História com o tema da Liderança, tentando apurar pontos de encontro e de desencontro entre personalidades e factos passados e actuais.
Este livro estará em circuito comercial no mês de Agosto. Até lá, juntamente com mais informações, pode ser obtido via: nuno.mt.ribeiro@gmail.com
Com as participações de Jorge Sampaio (Presidente da República Portuguesa 1996-2006), Comendador Rui Nabeiro (Grupo Delta Cafés), Prof. António Câmara (CEO Ydreams), Carlos Coelho (CEO Ivity Brand Corp.), Pedro Miguel Ramos (CEO Grupo Amo.te), António Eusébio (CEO Sumol+Compal). Solicita promo via amarcax@gmail.com