quarta-feira, 20 de abril de 2011

BRANDS LIKE BANDS ON THE WAY TO ALGARVE

Com o sucesso de programas televisivos como o Miami e L.A. Ink o interesse em torno do mercado das tatuagens em Portugal tem crescido exponencialmente.

É neste enquadramento que a Brands Like Bands foi chamada para colaborar com a organização do Xtreme Ink de Faro, que se vai realizar mais concretamente no Pavilhão Afonso III nos dias 22, 23 e 24 de Abril.

Num fim-de-semana alargado, será a primeira vez que o Algarve irá acolher um evento do género, onde as principais atracções serão a música, as tatuagens e o skate.

Tendo em consideração este cenário, com a presença de várias bandas nacionais e conceituados tatuadores nacionais e internacionais, bem como a proximidade com Espanha, a organização prevê a adesão de vários milhares de pessoas durante os três dias do evento.

Vemo-nos por lá...

quinta-feira, 14 de abril de 2011

«DO YOU REMEMBER ROCK N ROLL RADIO?» - SOFIA CORTEZ

Esta semana temos a participação da nossa amiga Sofia Cortez que nos presenteou com este pertinente texto intitulado «A música vive sempre para além do tempo.» As portas continuam abertas...

«Os anos 60 do século XX foram provavelmente os anos com maior criação musical de sempre, foram seguramente dos mais marcantes da história da humanidade em vários contextos, não só na produção musical. Desse período perduram hoje bandas como os Rolling Stones, os Led Zeplin ou os Beatles, bandas que marcaram por completo o panorama musical para todas as outras que lhes seguiram. Por isso não é estranho que hoje, bandas como os Pearl Jam, U2 ou Greenday refiram-nas como referências e influências incontornáveis.

Quando retemos uma banda nas nossas vidas, começamos sempre por nos deixar levar pela música, por aquela música em particular, é sempre o nosso ponto de partida para um mundo novo que acabámos de descobrir.

Foi assim que começou a minha história com os Doors, também eles o resultado do boom musical dos anos 60! Casualmente, ouvi o som do “Light my Fire” a sair de uma janela, e a partir desse momento não parei mais até descobrir tudo sobre aquele som e a banda…foi o instante que marcou para sempre o inicio de uma forte ligação ao universo Doors. Naquele momento a música dos Doors passou a integrar a banda sonora da minha vida, marcou aquele Verão e marcou a minha vida ao longo dos últimos 20 anos.

Quero com isto demonstrar que a música tem uma energia e uma força que nos envolve, cria laços com os ouvintes, faz com que estes se sintam parte de uma família, são mais dos que meros ouvintes: são fãs. Incorporam o papel de defensores da sua música e de féis militantes que acompanham a banda em todos os seus passos e percurso. A explosão do rock e proliferação da produção musical conduziram a música a uma produção massiva e a ser vista como um elemento comercial.

Porém, as bandas que aprenderam capitalizar este factor, tiveram a possibilidade de viver dos rendimentos da sua arte e desempenharam um importante papel na difusão musical, enquanto elemento cultural, que no fundo é a base da criação artística, a produção de arte acessível e partilhada por todos.

Numa sociedade como a nossa em que estamos sempre com pressa para chegar a algum lado, para comprar, para nos informarmos sobre tudo e sobre todos, a música é dos poucos elementos que nos permite criar referências, que nos permite emocionar, amar, apaixonar por uma causa, torna-nos fiéis e tomamos como nosso o papel de zelo pelo sucesso do objecto de adoração, assumimos um compromisso. A partir do momento em que criamos estes laços, vamos procurar cuidar deles e garantir que se mantêm autênticos para não perdem a sua magia.

Deste modo, não é a era em que a música é produzida ou o seu estilo, mas o nosso envolvimento com ela que conduz à sua imortalidade. É a transmissão de um legado de geração em geração que faz, com que os Doors, os Beatles, Wagner, Maria Callas ou o Elvis, se mantenham vivos hoje, amanhã e daqui a 50 anos. A música que construíram e nos deixaram vive por si só, porque existirão sempre interessados nela, existirão fãs que continuarão a perpetuar a sua história com entusiasmo e paixão.

É por esse motivo que o meu envolvimento com os Doors, irá persistir. O para sempre fica-nos bem e aplica-se na perfeição. Começámos há 20 anos e vamos continuar até ao fim dos tempos…»

quarta-feira, 13 de abril de 2011

«HÁ, NA PARTE MAIS OCIDENTAL DA IBÉRIA, UM POVO MUITO ESTRANHO: NÃO SE GOVERNA NEM SE DEIXA GOVERNAR!»

Quem o disse, já no século III A.C., foi um general romano em carta endereçada ao imperador, quando da conquista da Península Ibérica pelos romanos. Esse «povo estranho» viria a chamar-se Portugal.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

APLAUSOS QUE FAZEM CHORAR

(clique na imagem para aumentar)

Nuno Ribeiro, um grande amigo desta casa, para além de formador, consultor, responsável por projectos de coaching executivo e comercial, partner do projecto Abre a Cabeça tem agora um novo livro.

Depois dos sucessos de “ O fim da manipulação emocional” (2008) e “Freud explica King - Liderar com Inteligência Emocional e Social" (2009), surge agora "Aplausos que fazem chorar, um olhar por competências e incompetências da História". Este é um livro que cruza a História com o tema da Liderança, tentando apurar pontos de encontro e de desencontro entre personalidades e factos passados e actuais.

Este livro estará em circuito comercial no mês de Agosto. Até lá, juntamente com mais informações, pode ser obtido via: nuno.mt.ribeiro@gmail.com

Vai valer seguramente a pena.

domingo, 10 de abril de 2011

MAXIMUM ROCKNROLL


"Não quero insinuar que o empreendedorismo é a panaceia para o desemprego, uma tolice muito em voga. Porém, enquanto as economias ocidentais permanecerem estagnadas, cada qual terá de cuidar do seu jardim. Bem pior do que estar-se desempregado é não se ter um projecto de vida." - João Pinto e Castro, Director Geral da Ology e docente universitário, no Jornal de Negócios (23/03/2011)

segunda-feira, 4 de abril de 2011

«DO YOU REMEMBER ROCK N’ ROLL RADIO?» - RUI CALAFATE

As Marcas são a Voz, que tal como as nossas bandas/músicas de eleição são uma extensão de nós próprios. É neste enquadramento que o blog da Brands Like Bands inaugura hoje a sua rubrica «Do you remember rock n roll radio?» onde cada um dos nossos convidados escolhe um tema musical, em que o mesmo esteja associado a um projecto, memória ou a algo relacionado com a actualidade.

Para estrear este espaço convidamos Rui Calafate, homem conhecido e reconhecido na área da consultoria de comunicação, Director Geral da Special One Comunicação e um blogger influente através do seu It’s PR Stupid.

«Quando comecei a trabalhar em assessoria de imprensa esta foi a música que me acompanhou ao despertar durante dois anos. Mais marcante dificilmente podia ser.»



Do you remember rock n roll radio é um tema dos Ramones e esta rubrica serve igualmente para homenagear esta banda norte americana que surgiu na década de 70 e que ainda hoje é uma influência por aliar simplicidade a relevância. Sendo por isso mesmo homenageada este ano nos Grammy Awards.

quarta-feira, 23 de março de 2011

RADIOHEAD – THE WORLD’S MOST INSURGENT BRAND


I don’t know Umair Haque. And I’m not as smart as Umair Haque. But after reading his book, The New Capitalist Manifesto, I would bet that Umair Haque admires Radiohead.

Haque’s manifesto is a blueprint for building disruptively better businesses. He profiles insurgent companies like Apple, Google, Threadless, and Walmart (no, that wasn’t a typo) who create thick value. Perhaps Haque will dedicate a section to Radiohead if there’s a reprint of The New Capitalist Manifesto.

Early last week, Radiohead announced they were going to release its latest album, The King of Limbs, exclusively on their website. The album was set to drop on Saturday as a digital download. And then the band decided to release it a day early. Twitter nearly combusted when the surprise was revealed while thousands of Radiohead fans spent their Friday mornings listening to the band’s eighth studio album from their workspaces.

Radiohead also gave purchasing options to its fans. If you wanted to purchase a digital download of the album in MP3 format, please pay $9. If you wanted uncompressed CD-quality WAV files, please pay $14. If you wanted two vinyl records, a compact disc, 600+ pieces of artwork and a full-color piece of oxo-degradeable plastic to hold it all together, please pay $48.

Radiohead successfully shook up its industry by allowing customers to choose the way they wanted to consume Radiohead’s product. The band also managed to out-Radiohead itself.
Back in 2007, Radiohead released In Rainbows on their website as a digital download. The cost? Whatever you deem appropriate, including paying nothing at all.

Radiohead’s make-our-own-rules behavior isn’t limited to the distribution of their music. While touring, all buses and trucks run on biofuel and air freight is prohibited. They also raised over $500,000 for relief work in Haiti less than a month after an earthquake devastated the country.

It’s as if the indie-rock gods from England received an advance copy of Haque’s book. That’s because Radiohead checked off nearly every cornerstone defined under Haque’s constructive capitalism.

Convert value chains into value cycles. Check.

Shift value propositions to value conversations. Check.

Shift from strategies to philosophies. Done.

Shift from protection to completions of marketplace. Shifted.

Yes, bands have long taken up socially-conscious issues and performed wonderful acts of philanthropy. Just look at Jack Johnson. He donated 100% of the profits from his 2010 tour and constantly promotes environmental awareness. But no contemporary artist or band is doing a better job of rattling the recording industry than Radiohead.

Haque’s book includes a quote from Brian W. Fitzpatrick. The creator and director of Google’s Data Liberation Front states, “Disrupt yourself before someone else comes along and does it.”

That’s exactly what Radiohead is doing. The stagnant music industry has operated under cornerstones of industrial era capitalism when technologies have dramatically altered the marketplace. iTunes redfined consumption methods and now artists such as Radiohead are eliminating the need for record labels and distributors while improving the customer experience.

The beneficiaries of this disruptive practice includes all parties. Radiohead creates music free of demands and limitations from record companies. The recording industry is forced to examine how they can improve their processes in order to compete. And customers decide exactly how they want to consume the product at lower prices while reducing the impact to our environment.

That’s better business. And so rock-n-roll