* na Fnac Vasco da Gama
terça-feira, 27 de julho de 2010
sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
É AGORA... CHAMEM OS VOSSOS CLIENTES PARA O PALCO
Encontrámos este vídeo na recente visita dos Green Day a França. Este mesmo vídeo mostra Billie Joe Armstrong, vocalista da banda, a convidar uma fã para dividir o palco com os músicos e oferecendo no final da música a sua guitarra (ver dos 3m 50seg. até ao fim). Tirando a oferta da guitarra, o convite para que elementos do público subam ao palco tem sido uma constante nesta e noutras tournées na Europa, E.U.A, América Central e Sul, Austrália e Ásia.
Este gesto pode parecer trivial, mas não é. Porque é que fazem isto? Para que os seus fãs se sentiam de facto especiais. Chamando pessoas do público para o palco o que os Green Day estão a dizer é que «vocês aqui é que são as rock-stars». Um sinal autêntico e genuíno de respeito e agradecimento ao público, que rejubila quando alguém é chamado para o palco. Enquanto algumas bandas e músicos desaparecem após os seus 15 minutos de fama, os Green Day continuam a trabalhar e a encher grandes palcos (o inicio foi a tocar para 5 pessoas nas traseiras de um quintal).
Paixão pelo que se faz e respeito pelo público: É isso que também está a fazer? A tratar também os seus clientes como rock-stars? Num caso mais próximo de Portugal podemos falar de Tony Carreira. O segredo do seu sucesso para além de Story-Telling está relacionado com o final dos seus concertos, recebendo o público durante várias horas que excedem o tempo do próprio espectáculo. Tudo isto se resume a reconhecimento, a melhor forma de comunicação bidireccional.
Este gesto pode parecer trivial, mas não é. Porque é que fazem isto? Para que os seus fãs se sentiam de facto especiais. Chamando pessoas do público para o palco o que os Green Day estão a dizer é que «vocês aqui é que são as rock-stars». Um sinal autêntico e genuíno de respeito e agradecimento ao público, que rejubila quando alguém é chamado para o palco. Enquanto algumas bandas e músicos desaparecem após os seus 15 minutos de fama, os Green Day continuam a trabalhar e a encher grandes palcos (o inicio foi a tocar para 5 pessoas nas traseiras de um quintal).
Paixão pelo que se faz e respeito pelo público: É isso que também está a fazer? A tratar também os seus clientes como rock-stars? Num caso mais próximo de Portugal podemos falar de Tony Carreira. O segredo do seu sucesso para além de Story-Telling está relacionado com o final dos seus concertos, recebendo o público durante várias horas que excedem o tempo do próprio espectáculo. Tudo isto se resume a reconhecimento, a melhor forma de comunicação bidireccional.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
SUGESTÕES DE LEITURA BRANDS LIKE BANDS
Três livros para este verão. O primeiro: "Our Band Could Be Your Life" que fala da atitude empreendedora de uma forma crua e real como é o próprio empreendedorismo, independentemente da área de actividade. Sonic Youth, Husker Du, Fugazi, Mudhoney, Butthole Surfers e Replacement, são algumas das bandas que representam a essência do título deste livro que também podia se podia chamar Our B(r)and Could Be Your Life.

A outra sugestão é sobre um livro do qual fomos informados que chegará durante as próximas semanas às livrarias americanas e que se chama: "Marketing Lessons From The Grateful Dead." Mas enquanto aguarda o lançamento deste último livro, carregue no link e vá à livraria mais próxima para adquirir aquele que foi primeiro livro que a nível mundial abordou esta temática Marcas/Bandas.
segunda-feira, 19 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
SONIC BRANDING
Neste campeonato do Mundo de futebol, para além da vuvuzela o som mais escutado foi "Wavin Flag", de K'naan, que serviu de banda sonora da Coca-Cola para este mesmo evento, contando por isso com mais de vinte remixes locais.
No campo do áudio, a Coca-Cola tem usado sempre a sua marca d'água. Uma espécie de Sonic Branding. Onde ao invés de termos apenas um logo no final de um anúncio temos também uma música que age como uma marca d'água (aberta, convidativa, festiva), que fica alojada nos nossos cérebros e que de uma forma compulsiva nos faz sair por aí a cantarolar enquanto caminhamos pela rua e sem entender muito bem porquê.
No campo do áudio, a Coca-Cola tem usado sempre a sua marca d'água. Uma espécie de Sonic Branding. Onde ao invés de termos apenas um logo no final de um anúncio temos também uma música que age como uma marca d'água (aberta, convidativa, festiva), que fica alojada nos nossos cérebros e que de uma forma compulsiva nos faz sair por aí a cantarolar enquanto caminhamos pela rua e sem entender muito bem porquê.
terça-feira, 13 de julho de 2010
domingo, 11 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Ó GENTE DA MINHA TERRA*
O início de Miguel Pina Martins faz-nos recordar o início dos Xutos & Pontapés que descrevemos n’ A Marca X – Um Tributo à Fidelização. Mas para além de, Miguel Pina e Xutos, compreenderem o valor do foco eles têm inerente ao seu percurso uma característica que estará com maior frequência na agenda das marcas: Coragem, que nos tempos que correm é tão importante como a ética ou a inovação.
* tema da fadista Mariza
* tema da fadista Mariza
terça-feira, 6 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
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