sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Brands Like Bands, onde os Green Day se cruzam com Al Ries e Jack Trout, no evento de marketing do ano!
No recente concerto dos Green Day em Lisboa o site da revista Blitz comentou que a banda norte-americana «tinha dado provas de uma rebeldia contida próprias de quem sabe qual é o seu público e o que fazer para o conquistar.» O que é exactamente uma demonstração prática de sucesso sobre o que Al Ries e Jack Trout escreveram no livro Posicionamento, a batalha pela sua mente: «Posicionamento não é o que se faz com o produto. Posicionamento é que se faz com a mente dos clientes em potencial»
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Os Rolling Stones para abrir o Brands Like Bands, o evento de Marketing do ano!
A conferência abrirá com uma análise à Marca Rolling Stones, marca cuja facturação, segundo a revista Fortune, ascende os 1000 milhões de dólares, sendo por isso considerada uma das maiores Superbrands do Mundo. No topo da gestão da Marca Rolling Stones está o próprio Mick Jagger, com formação na London School of Economics, que tem como lema: «O nosso objectivo não é considerarmo-nos como os melhores naquilo que fazemos. O nosso objectivo é sermos considerados como os melhores naquilo que fazemos».
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Marcas Cinquentenárias
Carlos Coelho, da Ivity Brand Corp e Nuno Gonçalves dos The Gift procederam em 2009 a rebrandings de duas marcas nacionais, cinquentenárias e de expressão internacional como é o caso da Sonae e Amália Rodrigues, respectivamente. Ambos distinguem-se por estarem, de certo modo, em indústrias distintas. Mas cruzam-se na atitude e na forma eficiente em como gerem as marcas que têm entre mãos. Ambos, irão estar juntos dia 10 de Novembro no Brands Like Bands.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
O rebranding da marca Amália
10 de Novembro, Nuno Gonçalves no Brands Like Bands. Inscrições: amarcax@gmail.com
sábado, 26 de setembro de 2009
Lição XP (Xutos & Pontapés)
O percurso dos Xutos não é uma fábula ou conto de fadas. É uma história bem real que para ser hoje uma história de sucesso tiveram que ultrapassar os mais diversos e difíceis obstáculos, como muitas pessoas e organizações com e sem fins lucrativos.
Quando hoje ouvimos falar frequentemente sobre a globalização e a competição à escala global, os Xutos já enfrentam há 30 anos essa realidade quando tiveram e têm ainda hoje que competir a nível comercial, nas tabelas de vendas, com grandes marcas mundiais como os Rolling Stones, U2, Madonna, Elton John, Mickael Jackson entre outros.
Tiveram, inclusivamente, o que muita gente desconhecerá, em 1988 que despedir todos os que então colaboravam com os Xutos. Depois de terem descoberto, através de uma auditoria, um desfalque efectuado pelo seu próprio manager da altura. Após terem pago todas as indemnizações ficaram com muito pouco, ou quase nada, para continuar, isto para além de enfrentarem uma enorme desmotivação. Soa-lhe a familiar? O facto é que os Xutos & Pontapés continuaram e amanhã, dia 26, vão celebrar a perseverança da sua própria marca.
No fundo, o segredo dos Xutos foi o de definirem sempre objectivos, durante estes 30 anos. E à medida que os alcançavam definiam outros objectivos ainda maiores e assim sucessivamente. Naturalmente, sempre com alguns contratempos, que existiam exactamente por terem objectivos para cumprir e metas a atingir. Foi assim o processo da gestão da Marca X.
Os Xutos podem ser definidos com um episódio que ocorreu logo no início da sua carreira. Em que eles foram tocar perto da praia de Santa Cruz e no final do concerto em vez de regressarem a Lisboa, devido às condições das estradas à 30 anos atrás, sem iluminação etc., decidiram dormir em cima do palco. E nesse momento o Zé Pedro (guitarrista) vira-se para o Kalú (baterista) e diz-lhe: «Vais ver, ainda vamos ser uma grande banda e tocar com os Rolling Stones.» Os Xutos acabaram por tocar com os Rolling Stones 25 anos depois desta declaração e manifestação de vontades. E por isso, os Xutos, por terem defendido sempre o seu posicionamento e de terem construído um percurso de proximidade, com quem sempre os acompanhou, são hoje para além de uma grande banda são também uma grande marca de referência nacional.
E exactamente, porque a história dos Xutos oferece mais do que música, oferece, igualmente, lições de relações de longo prazo, de fidelização, o que todas as marcas ambicionam e, também, lições de empreendedorismo que é um importante activo na inovação do tecido económico e social.
Quando hoje ouvimos falar frequentemente sobre a globalização e a competição à escala global, os Xutos já enfrentam há 30 anos essa realidade quando tiveram e têm ainda hoje que competir a nível comercial, nas tabelas de vendas, com grandes marcas mundiais como os Rolling Stones, U2, Madonna, Elton John, Mickael Jackson entre outros.
Tiveram, inclusivamente, o que muita gente desconhecerá, em 1988 que despedir todos os que então colaboravam com os Xutos. Depois de terem descoberto, através de uma auditoria, um desfalque efectuado pelo seu próprio manager da altura. Após terem pago todas as indemnizações ficaram com muito pouco, ou quase nada, para continuar, isto para além de enfrentarem uma enorme desmotivação. Soa-lhe a familiar? O facto é que os Xutos & Pontapés continuaram e amanhã, dia 26, vão celebrar a perseverança da sua própria marca.
No fundo, o segredo dos Xutos foi o de definirem sempre objectivos, durante estes 30 anos. E à medida que os alcançavam definiam outros objectivos ainda maiores e assim sucessivamente. Naturalmente, sempre com alguns contratempos, que existiam exactamente por terem objectivos para cumprir e metas a atingir. Foi assim o processo da gestão da Marca X.
Os Xutos podem ser definidos com um episódio que ocorreu logo no início da sua carreira. Em que eles foram tocar perto da praia de Santa Cruz e no final do concerto em vez de regressarem a Lisboa, devido às condições das estradas à 30 anos atrás, sem iluminação etc., decidiram dormir em cima do palco. E nesse momento o Zé Pedro (guitarrista) vira-se para o Kalú (baterista) e diz-lhe: «Vais ver, ainda vamos ser uma grande banda e tocar com os Rolling Stones.» Os Xutos acabaram por tocar com os Rolling Stones 25 anos depois desta declaração e manifestação de vontades. E por isso, os Xutos, por terem defendido sempre o seu posicionamento e de terem construído um percurso de proximidade, com quem sempre os acompanhou, são hoje para além de uma grande banda são também uma grande marca de referência nacional.
E exactamente, porque a história dos Xutos oferece mais do que música, oferece, igualmente, lições de relações de longo prazo, de fidelização, o que todas as marcas ambicionam e, também, lições de empreendedorismo que é um importante activo na inovação do tecido económico e social.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Satisfaction
Olhando para Jagger que não pára um minuto em palco e para Keith Richards com o seu estilo, de cigarro ao canto da boca, será porventura difícil compreender estes resultados financeiros dos Rolling Stones, sob os cânones de uma gestão mais conservadora. O certo é que no topo da gestão da marca Rolling Stones está o próprio Mick Jagger, com formação na London School of Economics, que tem como lema: «O nosso objectivo não é considerarmo-nos como os melhores naquilo que fazemos. O nosso objectivo é sermos considerados como os melhores naquilo que fazemos».
Saiba mais no dia 10 de Novembro, no Brands Like Bands. Contacte-nos: amarcax@gmail.com. Venha ao «concerto» do ano.
Saiba mais no dia 10 de Novembro, no Brands Like Bands. Contacte-nos: amarcax@gmail.com. Venha ao «concerto» do ano.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Brands Like Bands, 10 de Novembro.

É oficial... O Brands Like Bands é uma realidade, que se irá apresentar no próximo dia 10 de Novembro, na Ivity Empty Room (Lisboa).
O line-up é formado por: Carlos Coelho (CEO da Ivity Brands Corp), António Câmara (CEO da YDreams), Nuno Gonçalves (músico, Amália Hoje e The Gift) e Fernando Gaspar Barros (Brands Like Bands e co-autor do livro A Marca X).
Assim, no actual cenário de crise nacional e mundial, o BLB (Brands Like Bands) pretende abordar a criatividade, a activação e a fidelização em torno das Marcas. E nesse enquadramento o que podem a generalidade das Marcas aprender com as bandas e com os músicos, na aproximação com o público.
Entretanto, durante o mês de Setembro iremos revelar outras novidades relativas a este evento, bem como o processo de inscrições para o mesmo.
Acompanhe-nos. Contacte-nos: amarcax@gmail.com. Venha ao «concerto» do ano.
O line-up é formado por: Carlos Coelho (CEO da Ivity Brands Corp), António Câmara (CEO da YDreams), Nuno Gonçalves (músico, Amália Hoje e The Gift) e Fernando Gaspar Barros (Brands Like Bands e co-autor do livro A Marca X).
Assim, no actual cenário de crise nacional e mundial, o BLB (Brands Like Bands) pretende abordar a criatividade, a activação e a fidelização em torno das Marcas. E nesse enquadramento o que podem a generalidade das Marcas aprender com as bandas e com os músicos, na aproximação com o público.
Entretanto, durante o mês de Setembro iremos revelar outras novidades relativas a este evento, bem como o processo de inscrições para o mesmo.
Acompanhe-nos. Contacte-nos: amarcax@gmail.com. Venha ao «concerto» do ano.
O Seminário Brands Like Bands está integrado nas iniciativas
do Ano Europeu da Criatividade e Inovação.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
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